Pão e Poesia por Vera Barbosa - UOL Blog
Selma Reis no Tom Jazz

Por Assessoria de Imprensa

Selma Reis
Duas únicas apresentações!
Dias 2 e 3 de Março (sexta e sábado)
Tom Jazz, São Paulo

Faça sua reserva antecipadamente:
Acesse http://www.tomjazz.com.br .
Ou, pessoalmente, na Av. Angélica, 2331 - Higienópolis
Tel (+55) (11) 3255 0084 / 3255 3635

Acesse o site oficial de Selma Reis

Curso para radialistas em SP

Radio Agência - Por Moacir Drska


De 26 a 30 de março, a Rádioficina promove em São Paulo um curso de capacitação, reciclagem e treinamento para profissionais do Rádio. Ministrado por profissionais do mercado de radiodifusão, o curso irá abordar temas relacionados à locução, produção, programação, sonoplastia, marketing, comercialização e vendas, e incluirá ainda palestras e visitas técnicas a emissoras paulistanas.

Mais informações podem ser obtidas no www.radioficina.com.br.

Guinga estréia como letrista em 'Casa de Vila'

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Um dos mais inspirados compositores brasileiros, o carioca Guinga ingressa na gravadora Biscoito Fino com Casa de Vila, CD em que estréia como letrista e se aventura como cantor. Guinga assina os versos de faixas como Maviosa e Bigshot.

O repertório inclui parcerias do compositor com Edu Kneip (Mar de Maracanã e Via-Crúcis), Paulo César Pinheiro (Porto de Araújo), Aldir Blanc (Tudo Fora de Lugar e Jongo de Compadre - esta também com Simone Guimarães, co-autora ainda de Capital). A valsa instrumental que fecha o disco, Comendador Albuquerque, foi composta em tributo ao saudoso produtor Paulinho Albuquerque, que, no comando da gravadora Velas, lançou Guinga no mercado fonográfico em 1991.

A propósito, o produtor de Casa de Vila é o violonista Marcus Tardelli, discípulo de Guinga que reverenciou seu mestre no belo CD Unha e Carne, editado em 2005 pela mesma Biscoito Fino.

Luiz Chaves, ex-Zimbo Trio, morre aos 75 anos

Gafieiras - Por Redação


Luiz Chaves com os colegas do Zimbo Trio Amilton Godoy e Rubinho Barsotti

Baixista da formação original do célebre grupo Zimbo Trio (www.zimbotrio.com.br), Luiz Chaves morreu nesta quinta-feira, 22 de fevereiro, vítima de falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.

Chaves, que nasceu em Belém (PA) em 1931, tinha 75 anos e seu corpo foi sepultado nesta sexta no cemitério Memorial Parque Paulista, em Embu das Artes (Grande São Paulo).

Chaves já era um instrumentista e compositor conhecido da noite paulistana – e até havia gravado um disco-solo, Projeção (RGE, 1963) – quando se juntou aos músicos Rubinho Barsotti (bateria) e Amilton Godoy (piano) para formar o Zimbo Trio, em 1964.

O baixista esteve no trio até 2001 quando precisou se afastar por problemas de saúde, e foi substituído por Itamar Collaço, mas até então esteve em todos os poucos mais de 20 discos do grupo, além de ter acompanhado artistas como Elizeth Cardoso e Elis Regina (no histórico programa Fino da bossa).

O trio também criou, em 1973, uma escola de música, o Centro Livre de Aprendizagem Musical (Clam) (www.clamzimbo.com.br).

Moska planeja lançar o primeiro DVD em 2007

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Moska tem planos de lançar este ano - provavelmente ainda no primeiro semestre - seu primeiro DVD, gravado em 2005 durante show feito pelo artista em Brasília.

O roteiro é baseado no CD Tudo Novo de Novo, gravado pela EMI em 2003 e reeditado no fim de 2006, pela Som Livre, com duas faixas-bônus. O samba Acordando e a canção Idade do Céu já estão certas no repertório.

Violonista do Mombojó lança disco solo

Revista Dynamite - Por Redação

Marcelo Campello, violonista da banda pernambucana Mombojó, lançou um disco solo instrumental chamado “Projeções e Mais Duas Séries Para Violão de Sete Cordas”. O álbum conta com 35 faixas, que Marcelo compôs entre 2002 e 2006. Todas as faixas desse disco, o primeiro solo do violonista, podem ser ouvidas através do seguinte link: www.myspace.com/marcelocampello.

O oitavo disco de Celso Fonseca

Folha de S. Paulo - Monica Bergamo

O carioca Celso Fonseca começou sua carreira como guitarrista de Gilberto Gil, nos anos 80, e, em seguida, tocou com Caetano Veloso, Gal Costa, entre outros; aos 50 anos, o músico prepara seu oitavo disco, "Feriado", que será lançado ainda neste semestre.

Adoniran Barbosa – O Poeta da Cidade

Francisco Rocha


 
Formato:
16 x 23 cm 
ISBN: 85-7480-114-3
Páginas: 183
Edição: 1ª
Ano: 2002
Assunto: Música, História
Encadernação: Brochura
Preço: R$ 34,00

Conteúdo
A Historiografia e a Música Popular se encontram nessa obra de grande interesse à cultura nacional, particularmente a da cidade de São Paulo: através da trajetória e obra do cancionista, comediante e radioator Adoniran Barbosa, o autor Francisco Rocha pretende resgatar o olhar do compositor às camadas inferiores da cidade. Isso porque foram os excluídos sociais o principal tema do artista: sua linguagem, suas vidas e seus conflitos ficaram registrados em músicas, radionovelas e demais documentos sonoros produzidos pelo artista.

Adoniran soube retratar a realidade urbana dos anos 50 e 60 com a ironia do samba e com a oralidade popular. Autor de grandes pérolas da nossa música popular, a obra de Adoniran começou a ser melhor estudada no fim da década de 1970, momento em que foram percebidas sua astuta narrativa e poderosa crítica social.

Através de sua obra é possível compreender o cotidiano paulistano da época, suas personagens anônimas e o progresso (ou progréssio) urbano, pois sua música possibilita uma recriação do que era a São Paulo do meio do século passado. Além disso, a edição conta ainda com ainda fotos de Alice Brill e relíquias do extinto museu Adoniran Barbosa, que ajudam a mostrar como era a São Paulo vivida pelo artista.

Saudosa Maloca, Trem das Onze, Iracema e História Paulista são algumas das canções que se destacam do extenso repertório do artista. De suas músicas e demais obras é que foi possível ao historiador o resgate biográfico de Adoniran, método que vem promover uma nova visão sobre os conceitos tradicionais de estudo da cultura popular e, paralelamente, a valorização da criatividade das chamadas pessoas comuns.

Mais do que isso: a encarnação do popular no artista faz de Adoniran um agente divulgador da cultura nacional.

"Ensaio" revê vida de Adoniran Barbosa
Folha de S. Paulo - 21/2/2007 - Por Raquel Cozer

Se a imagem de Adoniran Barbosa aos 70, voz rouca de fumante, cantando "Saudosa Maloca" não basta para ajudar a entender o maior nome do samba de São Paulo, o compositor trata de dar outra pista ao desmentir sua própria cronologia no "Ensaio Especial" dedicado a ele.

Gravado em 1972, o programa exibido hoje na Cultura assinala as datas de nascimento e morte do músico (1910-1982), mas Adoniran diz que não foi bem assim: nasceu foi em 1912, e a família adulterou o "batistério" para ele "pegar no basquete" mais cedo, "que a fábrica não aceitava gente com dez anos, só com 12".

Ninguém duvida de que a precocidade tenha ajudado a criar o melhor tradutor da alma paulistana, com seu linguajar mezzo caipira, mezzo italiano. A vida do entregador de marmita que roubava uns bolinhos ("Não era malandragem, era fome") e que virou compositor gravado por Elis Regina não chegou a ser fácil. "Entrei na rádio porque quis, ninguém quis, ninguém quer, até hoje batem na minha cara a porta."

Mariana Aydar "Kavita 1"

Music News - Por Universal Music

Mariana Aydar é fácil de ser localizada. Onde há boa música, lá está ela, seja uma roda de samba tradicional, um show de periferia, nos estúdios, no carnaval, em São Paulo, Rio ou Bahia.

Paulistana, Mariana respira música desde que nasceu. Seu pai, Mario Manga, produtor e multi instrumentista, foi integrante do grupo Premê, símbolo de uma vanguarda que, nos anos 80, soube aliar irreverência com qualidade. Sua mãe, Bia Aydar, durante anos produziu artistas de todos os cantos deste país.

Assim, o hábitat natural da garota era o palco, camarim, backstage, ensaios, luzes, estúdios de gravação, e nesse universo ela foi aprendendo só de observar. Aos 10 anos, começou a estudar violoncelo, depois violão.

Mais tarde, foi para a Escola Canto do Brasil aos cuidados de Regina Machado, e de lá para a Groove Curso Livre, ambas em São Paulo.

Aos 26 anos, Mariana é considerada uma das intérpretes mais promissoras desta geração. Sem se limitar a modismos passageiros ou purismos, ela bebe dessa raiz sem medo de imprimir o próprio tom. Sua voz transita entre o samba e a canção, passa do forró às sonoridades contemporâneas com naturalidade.

Este seu primeiro trabalho, Kavita 1 ("poeta" em Sânscrito) é o reflexo desta musicalidade, que ousa misturar novos compositores, composições próprias e releituras de clássicos da MPB. A produção é do swingado BiD e do eclético Duani, com mixagens em 6 faixas de Mario Caldato Junior, engenheiro de som e produtor, que assina os trabalhos de grandes nomes como Marisa Monte, Beastie Boys, Beck, Björk e Planet Hemp.

Para ele, "Mariana é um refresco na música que se faz hoje, e ela certamente vai agitar o cenário com seu adorável trabalho".

Sinal dos Tempos Ao Vivo

Music News - Por Warner Music


Antonio Villeroy & Orquestra de Câmara de São Pedro

Indicado ao Grammy Latino 2005 de melhor canção da Língua Portuguesa com a música “São Sebastião”, Antonio Villeroy, é um dos mais requisitados compositores da nova geração da música brasileira.

Suas canções podem ser ouvidas nas vozes de Maria Bethânia, Ivan Lins, Ana Carolina, Eliana Printes, Ednardo e Belchior, Moska, Luciana Melo, Preta Gil, Paula Lima, Luiza Possi e muitos outros artistas.

Ele assina 7 canções do álbum mais vendido no Brasil, o Perfil da cantora Ana Carolina (3x Platinum).

Além de compor para outros artistas, Villeroy é cantor e produtor e a partir de 2005 passou a dedicar-se intensamente à sua carreira artística, gravando ao vivo nos dias 05 e 06 de abril no Theatro São Pedro em Porto Alegre o projeto Sinal dos Tempos, que conta com as participações especiais de Ana Carolina, João Donato e Daniela Procópio e chega agora às lojas em CD e DVD.

Maurício Tapajós "Sobras Repletas"

Music News - Por James Lima

Maurício Tapajós foi um dos mais ativos compositores brasileiros entre os anos 1970-90. Nascido numa família de músicos, foi parceiro de Aldir Blanc, Hermínio Bello de Carvalho, João Nogueira, Paulo César Pinheiro e muitos outros grandes nomes do samba brasileiro.

Maurício foi também, até sua morte (1995) um dos grandes batalhadores pelos direitos dos criadores da Música Brasileira, o que lhe valeu o respeito e a admiração de sua categoria. Neste CD, Sobras Repletas, nomes como Chico Buarque, Joyce, Dory Caymmi, Zé Renato, Alaíde Costa, Zélia Duncan, Guinga, Mônica Salmaso, MPB-4 e outros, juntam-se numa homenagem a Maurício Tapajós, interpretando obras inéditas e preciosas por ele deixadas.

Selos independentes promovem retorno do disco de vinil

Folha Online - Por Bruno Yutaka Saito

Nos últimos anos restrito ao universo dos sebos e da música eletrônica, o disco de vinil está dando a volta por cima. E, por ironia, justamente devido à falência precoce do seu antigo algoz, o CD, produto que vai perdendo sua razão de ser nesses dias de downloads.

Movidos por saudosismo, selos independentes ligados ao rock, como o carioca Gravadora Discos e o goiano Monstro Discos, estão promovendo a reabilitação do vinil. Um dos casos mais simbólicos é o da Reco-Head, de São Paulo. Há poucas semanas a gravadora lançou um pacote de bons três CDs, que serão seus derradeiros.

São eles "Jam Jolie Orquestra" (que também ganha edição em vinil), do dono da gravadora, Arthur Joly; "Druques", da banda homônima de Bragança Paulista (SP), e "Sol no Escuro", de Fabio Góes. "Hoje é muito difícil fazer as pessoas comprarem CDs", diz Joly. A idéia da gravadora é comercializar música em duas frentes: download pago de faixas avulsas e discos de vinil.

Segundo Joly, um disco em vinil custa R$ 19 (ao sair da fábrica); um CD completo sai por R$ 5. Além disso, a quantidade do bolachão encomendada é menor (300 unidades). "Vinil é mais caro. Só tem uma fábrica no Brasil que ainda o produz [Poly Som, em Belford Roxo, Rio].

Mas é tão suicida comercialmente quanto fazer um CD", diz Fabrício Nobre, um dos sócios da Monstro. "Ninguém mais coleciona CD, nem a molecada. Hoje, o CD é mais antigo e demodê do que o vinil." "Fazemos porque gostamos do formato", diz Joly.

Carteirinha da OMB não é mais exigida em SP

Gafieiras - Por Redação

 


Há menos de quinze dias os músicos brasileiros conseguiram uma grande vitória contra a Ordem dos Músicos do Brasil. O governador José Serra promulgou no dia 31 de janeiro a lei 12.547, originada do Projeto de Lei 1.302/03, do deputado Alberto Turco Loco, que “dispensa de apresentação de Carteira da Ordem dos Músicos do Brasil na participação de músicos em shows e espetáculos afins que se realizem no Estado de São Paulo”.

Criada em 1960, a OMB vem sendo alvo de muitas críticas por sua total falta de transparência nas eleições (o ex-presidente, Wilson Sândoli, precisou ser deposto por ordem judicial em 2006, após 42 anos no cargo, pois acumulava presidências também no Sindicato Paulista e no Conselho Regional), nos balanços e na relação com os próprios músicos que a sustentam.

Até o Ministro da Cultura Gilberto Gil já afirmou que “não há mais lugar para ela [a OMB] nos dias de hoje”. Para saber mais notícias sobre as ações relacionadas à Ordem vale um pulo no site da ONG Associação dos Artistas da Música e para ler a lei na sua íntegra basta clicar aqui. Mas antes de comemorar, um problema: a lei estadual pode ser considerada inconstitucional, pois a União é que tem a competência para legislar sobre as condições para o exercício das profissões.

ONG em defesa dos músicos
Folha de S. Paulo - Por Thiago Ney
Acaba de ser criada a Associação dos Artistas da Música, ONG que se dedicará, entre outras funções, a "fiscalizar atos da Ordem dos Músicos do Brasil" e propor políticas públicas para o mercado de artistas do país. Mais informações: www.artistasdamusica.org.br.

Tons e timbres só delas

Valor Econômico - 16/2/2007 - Por Simone Goldberg

Contar a história das divas da música popular brasileira traz à tona uma outra história, que remonta à quebra de tabus vigentes nas décadas que encerravam o século XIX. Mulher, naquela sociedade patriarcal, jamais poderia sonhar em tornar-se cantora, compositora e muito menos maestrina.

Pois eis que surge uma moça mulata, filha de mãe solteira, que decide romper com os paradigmas comportamentais da época e, entre o marido e o violão, prefere este último. Seu nome: Francisca Edwiges de Lima Neves Gonzaga, que se tornaria famosa como Chiquinha Gonzaga, a precursora fundamental da MPB e da presença feminina no cenário musical brasileiro.

"Chiquinha deitou moda, consolidou os direitos da artista mulher em sua época e é a grande referência inaugural da mulher na música", afirma o pesquisador cultural Ricardo Cravo Albin, autor dos textos do livro "MPB Mulher", ilustrado com 150 fotos exclusivas de Mário Luiz Thompson.

Dono de um acervo de mais de cem mil imagens, a grande maioria de cantores, cantoras, compositores e compositoras, Thompson, paulista de nascimento, respira música desde bebê. Ele é filho da pianista Íris Thompson de Carvalho, que trabalhou, entre outros, com autor de "Tico Tico no Fubá", Zequinha de Abreu.

O livro, que deve chegar às livrarias em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, conta a saga do sexo feminino na música brasileira.

Bonde do "Estação Lapa" passeia por samba e poesia

Music News - Por Deckdisc - Assessoria de Imprensa

O 2º volume da série “Estação Lapa” reúne estrelas do samba e intérpretes projetados no mais boêmio bairro carioca. Pedro Miranda, integrante do Grupo Semente, interpreta “Coisa Com Coisa”; a dupla Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta canta “Moenda Velha” enquanto Teresa Cristina divide os vocais com o grupo Casuarina em “Swing de Campo Grande”. O instrumental fica por conta do grupo Abraçando Jacaré (“Gostosinho”). O “Estação Lapa 2” ainda conta com Monarco (“Peixe com Coco”), Cristina Buarque (“Portela na Avenida”), entre outros.

Benjamim Taubkin e Abaçaí - Cantos do Nosso Chão

Folha de S. Paulo - Por Carlos Calado

Delicadeza é peça-chave neste inspirado encontro do pianista Benjamim Taubkin com o Núcleo de Música do Abaçaí, grupo paulistano que se dedica à pesquisa e ao resgate de tradições musicais brasileiras. Cirandas de Pernambuco, maçambiques de Minas Gerais e cantigas das caixeiras do divino do Maranhão são recriadas com um olhar sonoro que ressalta a beleza das melodias e a sutileza dos arranjos e interpretações.

O elenco inclui parceiros de Taubkin na Orquestra Popular de Câmara, como a cantora Mônica Salmaso e o percussionista Ari Colares, que assina a direção musical. Quem pensa que a música folclórica só gira em torno de batuques e redundância vai se surpreender. Gravadora: Núcleo Contemporâneo.

Sai no Brasil álbum em que Baden toca Vinicius

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Já editado em 2006 no Japão e na Europa, o álbum Baden Plays Vinicius - o último CD de Baden Powell, gravado em 2000, cinco meses antes da morte do violonista, ocorrida em 26 setembro daquele ano - vai ser lançado no Brasil em março pela gravadora carioca Deckdisc. No repertório, oito temas de Vinicius. As músicas escolhidas por Baden Powell foram Apelo, Consolação, Deixa, Samba da Bênção, Samba em Prelúdio, Tempo Feliz e Valsa sem Nome. A capa é da edição original.

Ben Jor volta à cena com dois discos inéditos

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Sem gravar desde 2004, ano em que lançou pela Universal Music o álbum de inéditas Reactivus Amor Est, Jorge Ben Jor (em foto de Adriana Lins) vai voltar ao mercado fonográfico em 2007 com nada menos do que dois álbuns inéditos.

Um é seu próximo disco de carreira, previsto para o fim do ano. O outro deverá chegar às lojas ainda neste semestre via Som Livre. A gravadora confirmou o encontro da matriz de um LP que Ben Jor gravou (e arquivou) no início dos anos 80, quando pertencia ao elenco da companhia global. O álbum será lançado com o aval de Ben.

No embalo, a Som Livre reedita Dádiva (1984), Sonsual (1985) e Ben Brasil (1986) - os únicos discos feitos pelo artista para o mercado nacional que permaneciam inéditos em CD. De acordo com a assessoria da empresa, o disco antigo ainda não tem título.

Bebel Gilberto grava com Chico e Orquestra Imperial

Terra - 15/2/2007 - Por Bebel Gilberto grava com Chico e Orquestra Imperial

Bebel Gilberto vai lançar em março seu terceiro CD, apostando em músicas inéditas de sua autoria e em releituras de músicas do tio Chico Buarque (Caçada, da trilha do filme Quando o Carnaval Chegar, de 1972) e Cole Porter (Night and Day). Vai trazer faixa gravada no Rio com a cultuada Orquestra Imperial. Leia mais notícias de O Dia No Brasil, a filha de Miúcha e João Gilberto nunca fez sucesso. Mas, no exterior, estava na hora certa e no lugar certo quando gravou seu primeiro disco internacional com uma bossa de ambiência eletrônica. Hoje isso parece até banal. Em 2000, era uma relativa novidade que Bebel soube capitalizar como ninguém.

Feira Música Brasil termina com perspectiva de investimento de R$ 8 milhões no setor

UOL - Por Marcelo Soares

(Recife) -A rodada de negócios da Feira Música Brasil fechou perspectivas de investimento no setor de R$ 8 milhões ao longo de 450 reuniões, de acordo com a assessoria de imprensa do Sebrae. Cerca de 75 empresas tiveram suas estratégias analisadas durante os cinco dias da feira realizada em Recife. Já o BNDES, que planejava investimentos e financiamentos de R$ 13 milhões antes de começar a Feira Música Brasil, chegou a avaliar nove empresas e apenas uma delas não conseguiu pré-requisito para receber investimento do Fundo de Capitalização de Risco.

O Presidente da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente), Carlos Eduardo de Andrade, culpou a pirataria por debilitar o mercado fonográfico, o que provocaria uma desvalorização do conteúdo do produto (no caso, a música). Ele não acredita também na redução dos preços de CDs e DVDs como estratégia: "Não se combate roubo com preço.

A questão é moral e tem que ser combatida com conscientização". Andrade acha que mesmo assim os produtores devem tentar a redução de impostos junto ao governo e procurar diminuir o custo do material junto a fornecedores. Com relação a softwares de troca de arquivos, o presidente acha que os selos devem divulgar mais os seus produtos pela Internet e procurar conquistar aqueles que baixam músicas de forma clandestina.

Hamilton toca Caymmi e Orestes na intimidade

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Exímio bandolinista, Hamilton de Holanda toca músicas de Dorival Caymmi (O Bem do Mar) e Orestes Barbosa (Chão de Estrelas, a célebre parceria com o cantor Silvio Caldas) em seu novo álbum, Íntimo, que tem lançamento previsto para abril pela Deckdisc. O músico é o autor de temas como Gratitude e Amor Saudade Amor. O título do disco nasceu do fato de Hamilton ter idealizado o repertório (que inclui Samba do Sono, de Paulo Jobim e Ronaldo Bastos) na intimidade dos quartos de hotéis, entre um show e outro ao redor do Brasil.

Não há lenda maior que Cartola

Folha de S. Paulo - Por Bruno Yutaka Saito

Cartola (1908-1980) nasceu pobre, conseguiu uns trocados fazendo sambas, caiu no fundo do poço, sacudiu a poeira, deu a volta por cima e só conseguiu gravar seu primeiro disco quando tinha 65 anos. Morreu seis anos depois, ainda pobre. Portanto, se você tem uma banda que nunca decola, relaxe. Ainda há tem tempo para você se tornar uma lenda.

E, no samba, não há lenda maior do que Cartola. O DVD "MPB Especial -1974" ajuda a entender o porquê. É uma das raras chances de vê-lo em ação e traz uma apresentação sua entrecortada por entrevistas ao lado da então jovem Leci Brandão. Entre outras coisas, ele fala sobre a criação da Mangueira, escola de samba que ajudou a fundar.

Cartola estudou só até o primário, mas compôs músicas complexas, de letras tristes, carregadas de uma emoção rara de ver no samba transmutado de anos depois. Cazuza (1958-90) foi um de seus grandes fãs, e seu legado continua volta e meia sendo resgatado por novos artistas.

A música de Cartola é coisa fina, diferente do "sambanejo" de hoje. Seu reconhecimento tardio, no entanto, não é exceção por aqui. Até hoje, inúmeros sambistas só conseguem gravar quando passam dos 50 anos, geralmente apadrinhados por algum músico de destaque. Cartola viveu de bicos como pedreiro, porteiro de prédio, lavador de carro e o que aparecesse na frente. Coisas do Brasil.

Fundamental é mesmo o Tom

Folha de S. Paulo - Por Bruno Yutaka Saito


Se o sujeito vira nome de rua, você logo começa a desconfiar: ou é político ou é alguém saído daqueles livros de história empoeirados. Mas, quando vira nome de aeroporto, como é o caso de Tom Jobim (1927-94), você suspeita que ele possa ter alcançado vôos mais altos quando era vivo.

Ele não fez pouco, como mostra o box de três DVDs "Maestro Soberano". Basta dizer que, sem ele, talvez não existisse a MPB. Sem ele, com certeza, a música feita no Brasil nunca teria conquistado o mundo, deixando os gringos loucos. O sucesso do Sepultura e do CSS no exterior é fichinha perto do que Tom conseguiu.

Mas, ao contrário desse povo, Tom conseguiu a façanha de criar uma música que soasse tão brasileira quanto universal. O ano zero dessa história é 1958, quando foi lançada a música "Chega de Saudade". Quem era vivo na época diz que ficou de boca aberta durante dias. Não era pra menos. Naquele tempo, música parecia coisa de velho.

O rock ainda engatinhava, e o que pegava era música de fossa, de cantoras e cantores com vozeirão de bolero. Então apareceu "Chega de Saudade": João Gilberto com uma voz mansinha, cantando uma letra de Vinicius de Moraes e a harmonia revolucionária de Tom. Mas seria injustiça dizer que esse compositor e pianista, que pensou em ser arquiteto quando era adolescente, "só" criou a bossa nova.

Tom, que faria 80 anos no último dia 25 de janeiro, definiu o espírito de época de um Rio de Janeiro de ouro, moderno e vibrante. É dele "Garota de Ipanema", a música brasileira mais executada no exterior, e são dele as inúmeras canções que ainda inspiram a turma mais nova, de Bebel Gilberto a Cibele.

"Wave", "Águas de Março", "Samba de uma Nota Só", "Corcovado", "Luiza", "Insensatez", daria para escrever outra coluna de texto só com seus clássicos. O Rio pode não andar tão dourado ultimamente, mas a música de Tom ainda brilha.

Concertos para a Mata Atlântica - 80 anos de Tom Jobim: show Teresa Cristina, Grupo Semente & Cordão do Boitatá
Music News - Por Um por Todos Comunicação Integrada

O Espaço Tom Jobim segue com as comemorações em torno dos 80 anos do maestro Antonio Carlos Jobim (1927- 1994). A atração do dia 15 de fevereiro, quinta-feira, às 20 horas é Teresa Cristina com o Grupo Semente & Cordão do Boitatá.

O patrocínio geral dos 80 anos de Tom Jobim é da Companhia Vale do Rio Doce, que inicia uma parceria com o Espaço Tom Jobim com um calendário que privilegia tanto a cultura como o meio ambiente.

No repertório estão sucessos de Tom Jobim (“Outra Vez”, “Chega de Saudade”, “Piano na Mangueira”, “Janelas Abertas”, “Desafinado”, “Falando de Amor”) e de seus maiores parceiros, como Chico Buarque, Edu Lobo e Vinícius de Moraes. Após o show, os artistas seguem com o público num cortejo carnavalesco pelo lado de fora do teatro.

Serviço Show:
Dia 15/2, quinta-feira, 20 horas
“Concertos para a Mata Atlântica”
Série de shows com grandes nomes em homenagem ao compositor
Até 22 de março, sempre às quintas feiras, 20h
R$ 30,00(estudantes e idosos pagam meia)
Capacidade: 300 lugares
Censura: livre
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 (dentro do Jardim Botânico do RJ- entrada pelo estacionamento do local)
Tel: (21) 2274-7012.

Lançamento de CD celebra os 100 Anos do Frevo

Sucesso! - Por Thomaz Rafael

A Feira Música Brasil, no Recife, celebra o centenário do ritmo pernambucano, lançando oficialmente nesta última sexta-feira (dia 9), o álbum duplo "100 Anos do Frevo. É de Perder o Sapato" (Biscoito Fino).

Além de comemorar, o objetivo do lançamento, feito em parceria com a Prefeitura do Recife, é contribuir para a preservação do Frevo como símbolo do carnaval de Pernambuco. O CD instrumental será composto por 14 frevos consagrados, como "Último Dia", de Levino Ferreira, e "Passo de Anjo", de João Lira.

O outro CD tem diversas participações especiais, com frevos cantados por Maria Bethânia ("Frevo nº1"), Ney Matogrosso ("Me segura senão eu caio") e Gilberto Gil ("Micróbio do Frevo"), entre outros. Um grande show no Marco Zero de Recife, com entrada franca, marcará o lançamento do álbum.

Quatro álbuns da "Pequena Notável" nas lojas em fevereiro

Sucesso! - Por Thomaz Rafael


A EMI Music lançará quatro álbuns da coleção "Ruy Castro Apresenta Carmem Miranda", em fevereiro. Os CDs trarão diferentes aspectos da carreira da estrela, mostrados pelo autor na obra "Carmen - Uma Biografia", lançada pela Companhia das Letras, em 2005. Os álbuns são: "Os Carnavais de Carmem", "Carmem Canta Ary Barroso", "Carmem Canta Sambas" e "Carmem no Cassino da Urca".

No primeiro, destaque para clássicos carnavalescos, tais como "Querido Adão", "Alô, alô, Carnaval", "Beijo Bamba", "Balancê" e "Camisa Listada"; no segundo, aparecem 16 das 30 canções de Ary Barroso gravadas pela artista. Incluindo "No tabuleiro da baiana", "Como 'vais' você?", "Novo Amor" e "Quando eu penso na Bahia".

Já em "Carmem Canta Sambas", há uma variedade de estilos, do samba-choro (como em "...E o Mundo não se Acabou") ao samba rasgado ("Imperador do Samba), em canções gravadas entre 1935 e 39. Destaque ainda para "Adeus, batucada" e "Tic-tac do meu Coração". Finalmente, o álbum "Carmem no Cassino da Urca" traz gravações de estúdio do repertório mostrado por Carmem na Urca e em outros cassinos, entre 1937 e 40.

Entre as 16 faixas, algumas das mais conhecidas são "O que é que a baiana tem?", "Diz que tem...", "Paris" e "Disseram que voltei americanizada".

Noite de autógrafos com Ruy Castro na FNAC
Music News - Por EMI Music

Para celebrar o aniversário de Carmen Miranda e o mês de Carnaval, a Fnac promove um bate-papo exclusivo com Ruy Castro, um dos maiores e mais versáteis escritores brasileiros. Ruy Castro será o anfitrião da noite especial em homenagem à maior representante do Carnaval e da musicalidade brasileira e fará o lançamento da série Especial de CDs com o melhor de Carmen Miranda na EMI, além de autografar Carmen, livro do ano de não-ficção de 2006 (Prêmio Jabuti).

Organizada por ele, a série conta com 4 álbuns remasterizados - Ruy Castro apresenta... Carmen Miranda canta Sambas, Carmen no Cassino da Urca, Carmen canta Ary Barroso e Os Carnavais de Carmen (EMI). Ao final do bate-papo serão sorteados kits com sacola e CDs da pequena notável.

Serviço:
Dia 15, quinta às 19h - Especial de Carnaval Homenagem a Carmen Miranda - Encontro com Ruy Castro - FNAC Morumbi - Morumbi Shopping - Av. Roque Petroni Jr, 1089 - Piso Lazer e Piso Térreo 11 - Fone (11) 3206-2000.

AD: não apenas um dado, um MP3 player

Music News - Por ADS Assessoria de Comunicações

Um dado que toca MP3? Exatamente: esta é a novidade da Shiro, de Cingapura, que acaba de chegar ao mercado brasileiro. Medindo menos de 3 cm de lado, o MP3 AD é um player com capacidade de 256MB compartilhados, que reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WAV, e armazena até 8 horas de música.

Sua interface e recarga de energia podem ser feitas via entrada USB 2.0, e conta com cinco modos de equalização: normal, pop, rock, jazz e clássico. O AD também pode ser utilizado como gravador portátil, através de seu microfone embutido, tem bateria recarregável de lítio embutida e acompanha CD de instalação para o computador, fone de ouvido, cabo USB e manual em português.

O AD pode ser encontrado no Brasil no site www.e-store.com.br , ao preço de R$ 324.

Músicos não precisam mais de carteirinha

O Estado de S. Paulo - Por Redação

O governador José Serra promulgou no dia 31 de janeiro a Lei 12.547, originada do Projeto de Lei 1.302/03, de autoria do deputado Alberto Turco Loco Hiar (PSDB), que dispensa os músicos da apresentação da carteira da Ordem dos Músicos do Brasil na participação de shows e atividades afins no Estado de São Paulo.

Segundo o parlamentar, seu objetivo era proporcionar aos músicos a possibilidade de exercerem sua atividade sem constrangimentos. Até a publicação da lei no Diário Oficial, para atuar o músico precisava do aval da Ordem dos Músicos do Brasil, que tem a função de defender a categoria profissional e fiscalizar o exercício da profissão.

Toni Garrido compõe "música interativa" para Microsoft

Folha Online - Por Redação

O cantor carioca Toni Garrido, 39, aceitou compor uma "música interativa" para a Microsoft, que será lançada em 28 de fevereiro. Os fãs do músico já estão dando sugestões para o tema da letra em seu blog (tonigarrido.spaces.live.com).

Garrido postará vídeos mostrando seu dia-a-dia, compondo, e escreverá posts, sugerindo batidas e melodias junto ao público. Ao final do processo, chamado "Live Jam", o cantor vai deixar em seu espaço a música final gravada.

Os autores das sugestões usadas na canção serão mencionados na ficha técnica da música e alguns trechos do material final ainda serão remixados e usados na produção de um anúncio do Windows Live.

Antenada, Elba grava Brown, João e Pedro Luís

Blog Notas Musicais - Por Mauro Ferreira

Samba de João Nogueira e Paulo César Pinheiro, hit de Clara Nunes em 1977, As Forças da Natureza ganha releitura de Elba Ramalho em seu próximo disco, Raízes e Antenas - Qual o Assunto que Mais lhe Interessa?, produzido por Lula Queiroga com base em conceito formatado por Lenine com a própria Elba.

Entre as 16 faixas, há inédita de Pedro Luís (Os Beijos, parceria com Ivan Santos) e músicas de Geraldo Azevedo (Novena), Carlinhos Brown (Argila, do primeiro disco solo do artista), Lenine (Trânsito, com letra de Arnaldo Antunes), Jorge Ben Jor (Ave Anjos Angelis, do CD Homo Sapiens, lançado pelo compositor em 1995) e Alceu Valença (A Dança das Borboletas, parceria com Zé Ramalho).

O produtor Lula Queiroga assina Conceição dos Coqueiros, Último Minuto e a inédita Pra Sempre. Na foto de Rogério Resende, um flagrante de Elba em estúdio. O disco será lançado neste semestre.

Sivuca revive em dois lançamentos

Gafieiras - Por Redação


Existem clichês inescapáveis e Sivuca, que morreu em dezembro de 2006 aos 76 anos, se enquadra em um carrilhão deles. Por exemplo, quem é Rei nunca perde a Majestade, principalmente agora que o compositor, instrumentista e maestro é homenageado com dois lançamentos da pesada.

Primeiro, o DVD O poeta do som (Kuarup), registro de um show gravado em julho de 2005 no centenário Teatro Santa Rosa, em João Pessoa (PB). O repertório é baseado em seu último disco de estúdio, o belo Terra esperança (Kuarup, 2006), em que 12 grupos diferentes (entre eles o Metalúrgica Filipéia, o Quinteto Uirapuru e o JP Sax, todos paraibanos) acompanham Sivuca e sua sanfona.

Entre os extras, Sivuca e sua companheira/parceira Glória Gadelha interpretam “João e Maria” (Sivuca e Chico Buarque) e “A vida é uma festa” (Glória Gadelha e Moraes Moreira) e a Orquestra Sinfônica da Paraíba encara versões emocionantes de “Feira de mangaio” (Sivuca e Glória Gadelha) e “Aquariana” (Sivuca).

O outro lançamento é o CD Sivuca sinfônico (Biscoito Fino), antigo sonho do compositor que ganhou uma reedição poucos dias depois de sua morte (o disco havia sido lançado de forma independente em 2005). Gravado ao vivo no Teatro da Universidade Federal de Pernambuco, entre os dias 21 e 26 de agosto de 2004, o álbum recria momentos altos de sua obra, e ainda homenageia Luiz Gonzaga e outros mestres, em arranjos eruditos interpretados pela Orquestra Sinfônica de Recife sob a regência de Osman Giuseppe Gioia.

O disco abre com a “Rapsódia Gonzaguiana”, uma reunião de “Juazeiro”, “Boaideiro”, “Assum Preto” e “A volta da Asa Branca”, depois passa para interpretações de Paganini (“Moto perpétuo”), Luperce Miranda (“Quando me lembro”) e de si próprio (“Aquariana”, “João e Maria” e “Feira de Mangaio”), para encerrar com o “Concerto Sinfônico para Asa Branca”.

Caixa DVD Maestro Soberano

Music News - Por Julio Moura

Caixa com documentário em três partes, realizado por Roberto de Oliveira, comemora os 80 anos de Antonio Carlos Jobim. A Jobim Biscoito Fino celebra os 80 anos de Antonio Carlos Jobim (25 de janeiro de 1927 – 8 de dezembro de 1994) com o lançamento da caixa “Maestro Soberano”. São três DVDs, dirigidos por Roberto Oliveira, que destacam aspectos fundamentais formadores da obra e do gênio de Tom.

“Chega de saudade”, com narração de Nelson Motta, enfoca a criação da Bossa-Nova, a disseminação planetária do movimento, e sua insuspeita permanência como um dos mais representativos estilos da música mundial. “Águas de março” enfoca a relação de Tom com a ecologia, narrado por Chico Buarque. O terceiro episódio, “Ela é carioca”, prioriza a ambientação da obra de Jobim no Rio de Janeiro e a paixão do maestro pela cidade, com narração de Edu Lobo. Os documentários apresentam imagens clássicas de Tom – como o dueto com Elis Regina em “Águas de março” – e também momentos raros da filmografia sobre o maestro – como o espirituoso flagrante do encontro com Edu Lobo no estúdio, durante a gravação do álbum feito pela dupla em 1981.

Dois shows antológicos de Jobim e a Banda Nova – um gravado em São Paulo, em 1990, outro no Rio, em 1985 – permeiam registros históricos com o melhor do criador: “Chega de saudade”, “Chovendo na roseira”, “Estrada do sol”, “Boto”, “Luiza”, “Correnteza”, “Água de beber” entre tantas outras.

A herança de Jobim também é flagrada nas imagens do show de Revéillon de 1996, na Praia de Copacabana, em que Caetano Veloso, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Gal Costa e Gilberto Gil prestam tributo ao mestre. E também na apresentação do Quarteto Jobim-Morelenbaum, formado por Paulo e Daniel Jobim, Paula e Jaques Morelenbaum.

Para os seguidores de Jobim, que têm na fé em Antonio o caminho da salvação pela música, o dia 25 de janeiro equivale a um segundo natal, 80 anos depois do nascimento do mestre e 50 desde o lançamento da pedra fundamental de sua obra.

Clique aqui para comprar

 

Jobim Jazz

Por redação Tratore

O que motivou o registro desse trabalho foi primeiramente a homenagem aos 80 anos que Jobim faria em 25 de janeiro de 2007. Um outro forte motivo é que Jobim é um dos compositores mais gravados e estudados no mundo inteiro.

No repertório, uma seleção equilibrada entre “standards” como Quebra Pedra (Stone Flower), Tema Jazz, Só Danço Samba, Surfboard e músicas quase que desconhecidas do grande público, como Meninos Eu Ví, Domingo Sincopado, Paulo Vôo Livre e Bate Boca.

Além de curiosidades como Polo Pony, um dos temas do único filme musicado por Tom Jobim no exterior, The Adventurers, e o Frevo de Orfeu feito exclusivamente para o lendário filme Orfeu Negro.

Participações de Joyce, Hélio Delmiro, Romero Lubambo, Marcos Ninrichter, Nailor "Proveta", Vittor Santos, Ricardo Silveira, Marcello Gonçalves entre outros.

Saiba mais

 

[ Travessia - ver cantos anteriores ]



Ir para Home



Pão e Poesia - Simone

"Um cantinho, um violão. Este amor, uma canção. Pra fazer feliz a quem se ama. Muita calma pra pensar. E ter tempo pra sonhar. Da janela, vê-se o Corcovado, o Redentor - que lindo! Quero a vida sempre assim, com você perto de mim, até o apagar da velha chama. E eu que era triste, descrente desse mundo... Ao encontrar você, eu conheci o que é felicidade, meu amor." (Corcovado - Tom Jobim)

Meu Perfil

BRASIL, Sudeste, Mulher

 


"Música na cabeça é carinho, alegria, inteligência, fantasia, prazer, doçura, energia, paixão e poesia"
Ben Jor




*Uma brasileira*

Paulistana da gema.
Ariana, 43 anos, jornalista. Música é o que mais me alimenta a alma. Esse espaço é destinado a quem prestigia a Música Popular Brasileira. O objetivo é difundir o que temos de melhor, fazer amigos, ampliar o repertório e estimular o conhecimento.
Entre e fique à vontade!



Meu Perfil no Orkut







bamba(s) online


Assine meu Livro


*Tantas Palavras* Contatos:

Pela Internet:
vlgb@uol.com.br

Pelo Telefone:
(11) 8985-7531




*Sintonia*
Cultura AM, SP
Eldorado FM, SP
MPB FM, RJ
Nova Brasil FM, SP
USP FM, SP







 Rádio Bossa Nova 
Jeannie Black, Seattle (USA)

 


 

 

Cantaram comigo: