Pão e Poesia por Vera Barbosa - UOL Blog
Melhores CDs e DVDs 2006

Por Music News

* Lauro Lisboa Garcia - O Estado de S. Paulo

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Apollo 9 - Res Inexplicata Volans
2. Bebeto Castilho - Amendoeira
3. Ceumar e Dante Ozzetti - Achou!
4. Cibelle - The Shine of Dried Electric Leaves
5. Jussara Silveira e Luiz Brasil - Nobreza
6. Lucas Santtana - 3 Sessions in a Greenhouse
7. Marcelo Quintanilha e Vânia Abreu - Pierrot e Colombina
8. Maria Bethânia - Mar de Sophia
9. Marisa Monte - Universo ao meu Redor
10. Mombojó - Homem-Espuma
11. Pedro Miranda - Coisa Com Coisa
12. Rita Ribeiro - Tecnomacumba
13. Rômulo Fróes - Cão
14. Rosa Passos - Rosa
15. Sérgio Sampaio - Cruel (póstumo)

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Botinada - A Origem do Punk no Brasil
2. Elis Regina - Jogo da Verdade
3. Mutantes - Ao Vivo, Barbican Theatre, Londres, 2006
4. Nara Leão - Programa Ensaio 1973
5. Rumo, Grupo - Show 2004

* Felipe de Paula - Rádio Eldorado FM

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Marisa Monte - Infinito Particular/ Universo Ao Meu Redor
2. Ceu - Ceu
3. Skank - Carrossel
4. Martnália - Menino Do Rio
5. Chico Buarque - Carioca
6. Caetano Veloso - Cê
7. Mariana Aydar - Kavita 1
8. Max de Castro - Balanço Das Horas
9. Ceumar & Dante Ozetti - Achou!
10. Bebeto Castilho - Amendoeira

* José Flávio Jr. - Revista Veja São Paulo

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Caetano Veloso - Cê
2. Max de Castro - Balanço das Horas
3. Kassin + 2 - Futurismo
4. Superguidis - Superguidis
5. Mombojó - Homem-Espuma
6. Lanny Gordin - Duos
7. Érika Machado - No Cimento
8. Apollo Nove - Rex Inexplicata Volans
9. Lucas Santtana - 3 Sessions in a Greenhouse
10. De Leve - Manifesto ½ 171

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Botinada! - A Origem do Punk no Brasil
2. Pato Fu - Toda Cura para Todo Mal
3. Mombojó - Nadadenovo
4. Rita Lee - Rita Lee Jones5. Orquestra Tabajara - Ao Vivo

* Marcos Paulo Bin - Universo Musical

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Ivan Lins - Acariocando
2. João Bosco - Obrigado, Gente
3. Lenine - Acústico MTV
4. Zeca Pagodinho - Acústico MTV 2 Gafieira
5. Box Beatles 'n' Choro
6. Fátima Guedes - Outros Tons
7. Raul de Souza - Jazzmin
8. Nicolas Krassik - Caçuá
9. Quarteto em Cy - Samba em Cy
10. Paulo Moura e Cliff Korman - Gafieira Jazz

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Lenine - Acústico MTV
2. Fernanda Abreu - MTV Ao Vivo
3. AffroReggae - Nenhum Motivo Explica a Guerra
4. Nara Leão - Programa Ensaio
5. Jorge Vercilo - Ao Vivo

* Maria Luiza Kfouri - Discos do Brasil

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Ceumar e Dante Ozzetti - Achou!
2. Adriana Deffenti - Adriana Deffenti
3. Alessandro Penezzi - Alessandro Penezzi
4. Nicolas Krassik - Caçuá
5. Rômulo Froes - Cão
6. Chico Buarque - Carioca
7. Caetano Veloso - Cê
8. Choro Carioca, Música do Brasil" (9 CDs) -Diversos Intérpretes
9. Marcelo Delacroix - Depois do Raio
10. Adriana Moreira - Direito de Sambar
11. João Donato e Paulo Moura - Dois panos Pra Manga
12. Edu Ribeiro - Já Tô Te Esperando
13. Maria Bethânia - Mar de Sophia e Pirata
14. Toninho Ferragutti - Nem Sol Nem Lua
15. Marcelo Caldi - Nesse Tempo
16. Antônio Nóbrega - Nove de Frevereiro", Vol. 2
17. João Bosco - Obrigado, Gente!
18. Caio Márcio e Marcos Nimrichter - Radamés Em Companhia
19. Silvério Pontes e Zé da Velha - Só Pixinguinha
20. Sivuca - Terra Esperança
21. Marcus Tardelli - Unha e Carne.

Melhores CDs e DVDs 2006 II

Por Music News

* Sérgio Martins - Revista Veja

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Marisa Monte - Infinito Particular/Universo ao Meu Redor
2. Lucas Sant'anna - 3 Sessions in a Greenhouse
3. Caetano Veloso - Cê
4. Mombojó - Homem-Espuma
5. Vários Intérpretes - Eu Vou Tirar Você Deste Lugar: Tributo a Odair José
6. Delicatessen - Jazz + Bossa
7. Música Ligeira - Música Ligeira
8. Spok Frevo Orquestra - Passo de Anjo
9. Mariana Aydar - Kavita 1
10. Paula Lima - Sinceramente

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Adriana Partimpim
2. Ná Ozzetti & André Mehmari - Piano & Voz
3. Alceu Valença - Marco Zero
4. Cássia Eller - Rock in Rio
5. Ney Matogrosso & Pedro Luís e a Parede - Vagabundo ao Vivo

* Mauro Ferreira - Notas Musicais e Jornal O Dia

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Marisa Monte - Universo ao Meu Redor/ Infinito Particular
2. Maria Bethânia - Mar de Sophia/Pirata
3. Ivan Lins - Acariocando

* Thiago Ney - Folha de S.Paulo

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Zefirina Bomba - Noisecoregroove...
2. Mzuri Sana - Ópera Oblíqua
3. Los Pirata - La Re-Vuelta
4. Ludovic - Idioma Morto
5. Superguidis - Superguidis
6. Bonde do Rolê - Solta o Frango
7. Supercordas - Seres Verdes
8. Debate - Debate
9. Pelvs - Anotherspot
10. Rock Rocket - Por um rock and roll...

* Lia Machado - Rádio Cultura AM (1200 Khz) SP

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Marisa Monte - Infinito Particular e Universo ao Meu Redor
2. Maria Bethânia - Pirata e O Mar de Sophia
3. Luciana Souza - Duos 2
4. Léo Gandelman - Radamés e o Sax
5. Sérgio Mendes - Timeless
6. Toninho Ferragutti - Nem Sol Nem Lua
7. Rosa Passos - Rosa
8. Chico Buarque - Carioca
9. Chico Batera - Lume
10. Leny Andrade e Romero Lubambo - Lua do Arpoador
11. Luis Bonfá - Solo In Rio - 1959
12. Hamilton de Holanda - Brazilianos

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Maria Bethânia - Tempo, Tempo, Tempo, Tempo
2. Elis Regina - Jogo da Verdade
3. Alceu Valença - Marco Zero - Ao Vivo
4. Violonistas - Violões do Brasil.

* Bruno Yutaka Saito - Folha de S.Paulo

Melhores Cds Nacionais 2006:

1. Mombojó - Homem Espuma
2. Cordel Do Fogo Encantado - Transfiguração
3. Vários - Botinada - A Origem Do Punk No Brasil
4. MV Bill - Falcão - O Bagulho É Doido
5. Tom Zé, Danç-Êh-Sá
6. Nação Zumbi - Propagando
7. Rebeca Matta - Rosasônica

* James Lima - Music News

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Giana Viscardi - 4321
2. Rita Ribeiro - Tecnomacumba
3. Tim Maia - Tim Maia Racional - Vol. 1
4. Marisa Monte - Infinito Particular
5. Fabiana Cozza - O Samba é Meu Dom
6. DuSouto - DuSouto
7. Rock Rocket - Por Um Rock And Roll Mais Alcoolatra e Intransigente
8. Scott Feiner - Pandeiro Jazz
9. Antonio Nobrega - 9 de Frevereiro - Vol 2
10. Cordel do Fogo Encantado - Transfiguração

* José Norberto Flesch - Folha de S.Paulo

Melhores CDs Nacionais 2006:

1. Matanza - A Arte do Insulto
2. Nando Reis - Sim e Não
3. Los Pirata - La Re-Vuelta 4. Plebe Rude - R ao Contrário
5. Pelvs - Anotherspot
6. Chico Buarque - Carioca
7. Sepultura - Dante XXI
8. Autoramas - RRRRRRROCK!
9. Edgard Scandurra - Amor Incondicional
Os Britos - Os Britos

Melhores DVDs Nacionais 2006:

1. Botinada - A Origem do Punk No Brasil
2. Mutantes - Ao Vivo Londres
3. Cássia Eller - Ao Vivo No Rock In Rio
4. Fernanda Abreu - MTV ao Vivo
5. Mombojó - Nada de Novo

Melhores do ano

UOL - Por Tramavirtual - Redação

Já que fim de ano sem listinha de melhores do ano não é fim de ano, decidimos então fazer a nossa. Para tanto, pedimos a pessoas ligadas ao meio que enviassem uma relação com seus dez lançamentos independentes (independente = não lançado por uma das quatro grandes gravadoras multinacionais) nacionais favoritos de 2007.

A partir daí, foi conferido o valor de 10 pontos para o melhor colocado em cada lista individual e, para cada posição abaixo um ponto a menos (nove pontos para o segundo, oito para o terceiro e assim por diante).

A lista, comentada pela TramaVirtual, é resultado da soma de todos os votos. Para se ter uma idéia do volume e da qualidade da produção independente atual no Brasil, mais de 60 lançamentos diferentes receberam votos dos jurados.

No fim, chama atenção a variedade de estilos que compõem esta seleção final, do funk carioca ao metal, do samba o hip hop, do indie rock à MPB.

Confira a lista no link: http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=6842 .

DVD de Edu Lobo em escolas e universidades

Sucesso! - Por Thomaz Rafael

Com patrocínio da Petrobrás e direção de Beatriz Thiellman e Regina Zappa, o primeiro DVD do cantor e compositor Edu Lobo terá tiragem inicial de duas mil cópias. Intitulado "Vento Bravo", o documentário será distribuído em colégios, universidades e escolas de música.

O DVD mescla depoimentos de grandes nomes da música brasileira, tais como Chico Buarque, Marcos Valle, Joyce, Dori Caymmi, o produtor e compositor Nelson Motta, o escritor e pesquisador musical Zuza Homem de Melo e o ator e diretor Gianfrancesco Guarnieri, com imagens de um show realizado por Edu Lobo no Mistura Fina, no Rio de Janeiro.

Mendes "fecha círculo" em festa de final de ano

Folha de S. Paulo - Por Carlos Calado

Quando entrar no palco instalado na praia de Ipanema, no próximo dia 31, Sergio Mendes vai enfrentar uma situação semelhante à encarada por Carmen Miranda, em 1940, no Cassino da Urca.

Recebida com frieza, após um ano de trabalho nos EUA, a cantora amargou naquela noite uma das maiores decepções de sua vida. Sua reação veio meses depois com a gravação do samba "Disseram que Voltei Americanizada".

Se Carmen foi a primeira estrela da música brasileira dirigida ao mercado internacional, Sergio Mendes, que não se apresenta no Brasil há 27 anos, é provavelmente o mais bem-sucedido nessa área -e jamais precisou usar balangandãs ou bananas na cabeça.

Desde 1966, quando sua versão de "Mas que Nada" (de Jorge Ben) se tornou um sucesso mundial, ele já vendeu mais de 15 milhões de discos e fez dezenas de turnês por vários continentes. "Estou esperando muito esse show, porque esse é um círculo que se completa na minha carreira", diz Mendes, 65, à Folha, por telefone, de uma suíte no hotel Copacabana Palace. "Comecei a tocar aqui no Rio, no Beco das Garrafas, no início dos anos 60. Agora vou fazer esse show na praia de Ipanema. Vai ser fantástico".

Diferentemente de Carmen, que enfrentou sozinha seu traumático reencontro com uma platéia brasileira, Mendes terá em seu show no Nokia New Year's Eve dois aliados de calibre internacional: o cantor John Legend e a banda norte-americana Black Eyed Peas, que o ajudou a conduzir uma nova versão de "Mas que Nada" às paradas de sucesso, 40 anos após sua primeira gravação.

"Já agradeci muito ao Jorge Ben por ele ter escrito "Mas que Nada". Ainda fico impressionado com a força dessa música", diz Mendes, lembrando que conheceu o amigo no Beco das Garrafas e que gravou várias de suas composições desde então.

Karnak faz show e anuncia sua volta

Folha de S. Paulo - Por Ronaldo Evangelista

Dezembro é um mês de tradições. Entre elas, uma vem desde 2002 e se repete novamente esse ano: show anual do Karnak, a cultuada banda de "falsa world music" liderada por André Abujamra. Surgida no começo dos anos 90 depois de uma viagem de Abujamra pelo mundo, em que compilou gravações de rua e influências para serem usadas no trabalho, a banda lançou seu álbum de estréia em 1995 e chegou ao fim três discos e sete anos depois. Mas continuou fazendo shows esporádicos, como o que acontece hoje e amanhã, no Sesc Pompéia.

"A gente não consegue terminar por causa do público", conta o vocalista. "Quando acontece o nosso show anual, é sempre aquela coisa, os ingressos esgotam cedo, o público adora, vem aquela energia no palco". Exatamente pelo culto à banda que existe até hoje, Abujamra revela que, durante os encontros com a banda, resolveram tomar uma atitude drástica: voltar com a banda.

"Já estamos preparando disco novo e planejando nos sos próximos shows - como todo mundo hoje em dia tem seus próprios projetos, só vamos tocar em lugares que paguem um cachê bem alto", brinca Abujamra. "Quando o Karnak surgiu, eu achava que o som era muito pop e que ia estourar. Não foi o que aconteceu, mas a gente conquistou um público. A gente sempre teve uma identidade musical muito própria, o que é raro hoje em dia. O Karnak foi uma banda importante pra todo mundo e agora só está voltando, no máximo, mais irresponsável".

Anunciando ainda que está com uma banda nova de punk rock ao lado de dois terços do Los Pirata e tem planejado disco novo do também cultuado Mulheres Negras, ao lado do parceiro Maurício Pereira, Abujamra esbanja energia.

"A verdade verdadeira mesmo é que estou voltando com o Karnak e tocando esses projetos porque eu não morri", conta ele, sempre bonachão. "Fiz aquela operação de redução do estômago e fiquei morrendo de medo. Como sobrevivi, acabei ficando com essa coisa de terminar tudo que comecei. Sem falar que é uma história muito mais legal pra contar".

Críticos da APCA escolhem Marisa Monte como artista do ano

Por Redaçao - Terra

A Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) elegeu a cantora Marisa Monte como a artista do ano. Em premiação realizada na segunda-feira passada, foram escolhidas as melhores produções culturais nas categorias de MPB, Música Erudita, Rádio, entre outras.

Cinco jornalistas participaram da votação musical. Bruno Yutaka Saito, Inês Fernandes, José Flávio Jr, Marcus Preto e Pedro Alexandre Sanches elegeram ainda Cê, de Caetano Veloso, o melhor disco do ano.

O prêmio de melhor grupo ficou com o pernambucano Mombojó. O show do trio curitibano indie Bonde do Rolê foi eleito o melhor de 2006, enquanto Lirinha, do Cordel do Fogo Encantado, ficou com o troféu de melhor compositor.

Por fim, a cantora mineira Érika Machado foi escolhida a revelação do ano.

Jobim sinfônico abre no Rio as homenagens ao compositor

Beatriz Coelho Silva - O Estado de S. Paulo

Arranjos originais e novos serão mostrados hoje, no Municipal; comemorações dos 80 anos do maestro vão até março

Um concerto da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) hoje, às 21 horas, no Theatro Municipal, abre as comemorações dos 80 anos de nascimento de Tom Jobim. Ney Matogrosso, Roberta Sá, Mário Adnet e o filho do compositor, Paulo Jobim, vão mostrar as músicas dele que tiveram arranjos sinfônicos, os originais (de Nelson Riddle, Claus Ogerman e do próprio Tom) e outras que foram reorquestradas por Mário Adnet e Paulo Jobim.

'Esse show já aconteceu em menor escala em São Paulo, virou disco e ganhou um Grammy, mas era preciso trazê-lo para o Rio, terra de Tom', explica o regente da OSB, Roberto Minczuk. 'Algumas peças, como a Sinfonia da Alvorada, não são apresentadas aqui há décadas.'

Na quinta-feira, a comemoração continua com a abertura do setor de consultas do Espaço Tom Jobim Arte e Meio Ambiente, que fica num antigo galpão do Jardim Botânico. Lá, pesquisadores e fãs terão acesso a todo o acervo do maestro, que foi digitalizado.

Em 25 de janeiro, dia do aniversário do compositor, começa uma série de shows em sua homenagem, sempre nas sextas e sábados. 'Vamos abrir com o trio formado por meu filho Daniel, o baterista Paulo Braga e eu e depois virão Mário Adnet, Nana Caymmi', adianta Paulo Jobim. 'O encerramento será em 22 de março, dia internacional das águas, possivelmente com Milton Nascimento.'

Até lá, deve sair o DVD com especial de Roberto Oliveira para a Rede Bandeirantes, pelo selo Jobim/Biscoito Fino. Já o filme de Nelson Pereira dos Santos, com base no livro Tom Jobim, um Homem Iluminado, da irmã dele, Helena Jobim, fica para o 2008.

O projeto tem 25% do orçamento de R$ 4 milhões captados e está em fase de pesquisa de imagens. Devem ser dois longas, um sobre a vida e outro sobre a obra, como aconteceu com Sérgio Buarque de Holanda, em 2004. 'Há mais imagens de Tom e é preciso selecionar e liberar a exibição das melhores', explica a filha e produtora de Nelson Pereira, Márcia.

Também em 2008, entra em cartaz o musical de Flávio Marinho sobre a Bossa Nova, tendo Marcelo Serrado no papel de Tom Jobim. A produção é de Cinthia Graber (de South American Way).

Álbum de Tom Zé entre os mais elogiados

Por Beto Feitosa - Ziriguidum

O álbum Estudando o pagode, de Tom Zé, ocupa o 11º lugar do ranking de discos mais elogiados de 2006, feito pelo site norte-americano Metacritic.

A lista do site reúne os 30 discos que receberam mais críticas positivas durante todo o ano (entre eles, o novo disco de Bob Dylan e o álbum de estréia da sensação britânica Arctic Monkeys).

Com 14 críticas catalogadas pelo site, Estudando o pagode atingiu 86 pontos positivos, de um total de 100. A nota que os usuários do Metacritic deram para o disco de Tom Zé foi 9.1, de 10 pontos possíveis.

O álbum recebeu resenhas positivas de alguns dos maiores jornais e revistas dos Estados Unidos, como The New York Times, Los Angeles Times, Rolling Stone, Entertainment Weekly, entre outros.

Bonde do Rolê recebe prêmio de melhor show da APCA

Da Redação - UOL Música

O trio curitibano Bonde do Rolê foi eleito o melhor show do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). A cerimônia de premiação será realizada em março, no Teatro Municipal de São Paulo.

Formado em 2005 pelos DJs e produtores Rodrigo Gorky, Pedro D'Eyrot e pela vocalista Marina Ribatski, o Bonde do Rolê foi, ao lado do Cansei de Ser Sexy, o destaque do pop brasileiro no exterior em 2006.

Com sua mistura de batidas do funk carioca, samples de canções de rock, e letras divertidas, o trio atraiu a atenção do DJ e produtor norte-americano Diplo --grande divulgador do funk carioca no exterior--, que contratou a banda para ser o primeiro lançamento de seu selo Mad Decent.

Depois de uma bem-sucedida turnê pela Europa e Estados Unidos, e uma divertida apresentação no Tim Festival deste ano, o Bonde do Rolê prepara agora o primeiro disco, que será lançado no exterior em abril pela gravadora inglesa Domino Records, lar de nomes como Arctic Monkeys e Franz Ferdinand.

EMI encaixota os 12 DVDs de série sobre Chico

Por Mauro Ferreira - Blog Notas Musicais

Enquanto a Universal Music abre a caixa Construção e lança em edições avulsas os 17 discos gravados por Chico Buarque na companhia entre 1970 e 1986, com direito à nova e primorosa remasterização feita por Luigi Hoffer, a EMI encaixota os 12 DVDs com os programas da série Chico Buarque, produzida pelo diretor Roberto de Oliveira para o canal DirecTV.

Para fisgar novos consumidores, uma vez que os DVDs já foram editados em quatro caixas menores ao longo de 2005 e 2006, a caixa Chico - A Série inclui libreto e DVD-bônus, Palavra-Chave, que traz montagem de clipes temáticos.

Reedição de 'Elis', de 1980, é realmente especial

Por Mauro Ferreira - Blog Notas Musicais

Resenha de CD / DVD
Título: Elis - Edição Especial 2006
Artista: Elis Regina
Gravadora: Trama
Cotação: * * * *

Somente as arrepiantes versões a capella de O Trem Azul e Se Eu Quiser Falar com Deus, que reafirmam a categoria ímpar do canto de Elis Regina Carvalho Costa (1945 - 1982), já seriam suficientes para tornar realmente especial esta reedição de Elis, álbum de 1980, o último da cantora. Mas há todo um cuidado na embalagem (em formato de DVD, com belo encarte com fotos e letras) que faz com que a presente reedição da Trama supere, e muito, a produzida pela EMI em 2002, apesar das faixas-bônus que a EMI inseriu no CD com participações da Pimentinha em discos de colegas.

Elis foi o trabalho mais pop da cantora e, talvez por isso, resista bem ao tempo, ainda que seu repertório não seja tão irretocável quanto o de outros discos da artista. Mas Elis estava cantando como nunca. Mais solta, menos carregada. Mais livre, menos presa aos cânones da MPB tradicional. Houve discos melhores e mais importantes nos anos 70, mas vale a pena reouvir Elis e constatar a grandeza da cantora.

Às nove faixas originais, a Trama acrescentou Se Eu Quiser Falar com Deus (gravada para o álbum, mas excluída na última hora porque o autor Gilberto Gil ia registrar a música em seu próximo disco), os já citados registros a capella e versões instrumentais de Vento de Maio, Calcanhar de Aquiles e Só Deus É Quem Sabe (a canção de Guilherme Arantes que Mart'nália reviveu em seu CD Menino do Rio).

Outro bônus valoriza ainda mais a luxuosa reedição. Trata-se de de DVD com entrevista concedida pela cantora em janeiro de 1982, dias antes de morrer, ao programa Jogo da Verdade, da TV Cultura. "A gente faz parte de um grande teatro", avisou Elis no início do papo mediado por Salomão Ésper com intervenções dos jornalistas Maurício Krubusly e Zuza Homem de Mello. Nem por isso, a Pimenta deixou de dizer suas verdades em cena.

O alvo principal foi a indústria fonográfica. Na época, a cantora vivia entrando e saindo de gravadora. Fez dois discos na Warner entre 1979 e 1980, ano em que assinou com a EMI para gravar Elis. E planejava lançar pela Som Livre o LP que não teve tempo de fazer. "Hoje ficou mais difícil fazer um disco. A prepotência ganhou o nome de marketing. Não existe preocupação com a criatividade. A verdadeira mercadoria da gravadora é o artista, mas parece que há uma certa relutância em aceitar isso", disparou.

Contratidória, a cantora incluiu o próprio nome no seleto time que gozava de autonomia artística no mercado fonográfico da época para logo em seguida lamentar o limite dessa autonomia. "A gente já não tem a liberdade que tinha antes", reclamou. Entre elogios a Arrigo Barnabé (a grande novidade da música brasileira antes da explosão do rock), à geração de cantores e compositores dos anos 60 ("Tem muito pastel e feira, mas feijoada mesmo fomos nós que fizemos") e reclamações contra o alto preço do LP (mil cruzeiros, na ocasião), Elis Regina solta o verbo com a sinceridade e a paixão que caracterizaram sua vida e obra.

Críticos de SP escolhem os melhores do ano

Por Redação

A APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) divulgou ontem os melhores de 2006 em dez categorias. Cerca de 50 críticos votaram em artes visuais, cinema, dança, literatura, MPB, música erudita, rádio, teatro, teatro infantil e TV.

Entre os grandes prêmios, em artes visuais o vencedor foi o argentino León Ferrari, que teve exposições na Pinacoteca do Estado e na Bienal. Em música erudita, categoria que não houve votação em anos anteriores por falta de críticos, Edino Krieger foi escolhido para receber o Grande Prêmio.

A cerimônia de premiação vai ocorrer em março, em data ainda a ser definida pela associação.

A lista completa pode ser vista em www.folha.com.br/063462 .

Folha de S. Paulo

Programas da Rádio Cultura AM de São Paulo ganham prêmios da APCA

Por Assessoria de Imprensa da RTV Cultura

A Rádio Cultura foi contemplada com dois dos seis prêmios concedidos pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) na categoria Rádio. Um júri formado por cerca de 50 jornalistas escolheu, nesta segunda-feira (11/12), em São Paulo, os melhores de 2006 nas áreas de Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Erudita, MPB, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

O programa Solano Ribeiro e a Nova Música do Brasil, da Rádio Cultura AM, foi premiado na categoria Musical. A atração A Voz Popular, comandada por Luis Antonio Giron e apresentada nas Rádios Cultura AM e FM, ganhou como a melhor da área de Cultura Geral.

O Prêmio da APCA, que deverá ser entregue em março de 2007, é fruto de uma eleição que reúne jornalistas das áreas de Cultura e Variedades, e é considerada a mais importante premiação da crítica nacional.

Music News 

Sergio Mendes recebe Truetone de Ouro no Brasil

Por Thomaz Rafael

Depois de receber duas indicações ao Grammy na última semana, o brasileiro Sergio Mendes tem mais um motivo para comemorar. O artista acaba de receber o Truetone de Ouro, referente aos mais de 30 mil downloads da versão truetone de "Mas que Nada", sucesso do álbum "Timeless".

Na verdade, a canção já superou a marca de 50 mil downloads de truetones. De passagem pelo Brasil (ele se apresentará com sua banda no palco do Posto 8, em Ipanema, na festa do reveillón carioca), Mendes recebeu o prêmio das mãos de Jose Eboli, presidente da Universal Music Brasil (foto).

Sucesso!

Votorantim anuncia ganhadores de verba

Por Redação

O Grupo Votorantim anuncia hoje os ganhadores da primeira seleção pública de projetos culturais. O investimento de R$ 4,6 milhões será destinado a 19 projetos como Cia. de Dança Ivaldo Bertazzo, Anima Escola (versão escolar do Anima Mundi), Cinepop Brasil, Iniciação Musical para Deficientes Visuais e Expedição Vaga Lume, entre outros.

Folha de S. Paulo

Cantor e compositor Fausto Nilo lança caixa retrospectiva com CDs Esquinas do Deserto, Casa Tudo Azul e Verso e Voz ao Vivo

Por Assessoria de Imprensa BNB

Lançamento acontecerá em happy hour na loja Desafinado, em Fortaleza, na próxima sexta-feira, 8, a partir das 18h30min

FORTALEZA, 05.12.2006 - O cantor e compositor cearense Fausto Nilo lança caixa retrospectiva com seus três CDs - Esquinas do Deserto (1997), Casa Tudo Azul (2002) e Verso e Voz ao Vivo (2004) - na próxima sexta-feira, 8, em happy hour na loja Desafinado (av. Dom Luís, 655 - lojas 2 e 3 - Aldeota - fone: (85) 3224.3853), em Fortaleza, a partir das 18h30.

Segundo Fausto Nilo, a caixa de CDs é resultado de uma ação coletiva prazerosa, empreendida com respeito, amor e liberdade criativa, por um elenco de parceiros geniais e músicos competentes. Nesses três discos, todos estão afinados no único objetivo: incorporar sutilezas perenes ao cancioneiro popular brasileiro, a partir do trabalho desenvolvido por esse fértil letrista de canções populares, que construiu  desde 1972 - com a canção "Fim do Mundo" (composição dele e de Raimundo Fagner, gravada por Marília Medalha) -  uma trajetória artística e profissional de impressionante regularidade, consagrada pelo público e pela crítica.

Visualidade generosa
Fausto Nilo revela que a principal motivação para a reedição e reunião dos três álbuns numa só caixa foi a "própria demanda do público, que esgotou o estoque de oito mil exemplares em várias edições dos três CDs". Fartamente ilustrados com desenhos criados pelo cantautor - também artista visual e arquiteto - e fotos clicadas por Gentil Barreira e Mário Luiz Thompson, os discos da caixa trazem a marca dessa visualidade generosa, planejada e coordenada por uma das duas filhas de Fausto - a designer gráfica Marina Parente, num trabalho em parceria com Rafael Barreira.

Agora os fãs vão poder curtir, por exemplo, imagens da atriz estadunidense Dorothy Lamour (1914-1996), em cujos filmes personalizava a princesa da selva que sempre vestia sarongue, e musa em canção homônima de Esquinas do Deserto, além de desenhos de crianças concebidos há 25 anos pelo artista - de passagem por Roma, capital da Itália.

E também fotos da paisagem natural e urbana do sertão central cearense, região onde se localiza sua cidade natal (Quixeramobim), em Casa Tudo Azul. Além de alguns dos registros geniais de Gentil Barreira durante a temporada de Verso e Voz ao Vivo no teatro do Centro Dragão do Mar, em maio de 2004, quando produziu mais de 700 fotos nos quatro shows gravados que viraram CD.

Inspiração culta + arte popular
Outra novidade gráfica é a remodelagem das capas dos dois primeiros álbuns, que resultam numa unidade estética em harmonia com o terceiro CD. Anteriormente lançados na configuração de caixa de acrílico, os discos Esquinas do Deserto e Casa Tudo Azul agora ressurgem no formato folder, com duas dobras e seis faces (três externas e três internas), do mesmo modo como foi originalmente desenhado Verso e Voz ao Vivo.

Encartes individuais compõem cada um dos três álbuns, trazendo - além das respectivas fichas técnicas - as letras das canções de Fausto Nilo que compatibilizam, sob medida, inspiração culta e arte popular. Na lista, títulos como "Amor nas Estrelas" (parceria com Roberto de Carvalho), "Astro Vagabundo" (com Fagner), "Baião da Rua" (com Nonato Luiz), "Chão da Praça", "Meninas do Brasil" e "Pão e Poesia" (as três com Moraes Moreira), "Você se Lembra" e "Chorando e Cantando" (ambas com Geraldo Azevedo), "Flor da Paisagem" (com Robertinho do Recife), "Lua do Leblon" (com Lisieux Costa), "Pequenino Cão" (com Caio Silvio) e "Retrato Marrom" (com Rodger Rogério), entre tantas outras.

A confecção da caixa de CDs de Fausto Nilo foi viabilizada graças ao patrocínio da Casablanca Turismo (Verso e Voz ao Vivo) e do advogado tributarista Francisco Cavalcante (Esquinas do Deserto e Casa Tudo Azul). Os discos também poderão ser vendidos de forma avulsa (preço unitário: R$ 22,90), mas quem adquirir a caixa completa (preço: R$ 59,90) terá direito a desconto de 12,80%. 

Trajetória artística
Presença luminosa constante nos catálogos anuais das gravações fonográficas e na história recente da música popular brasileira, Fausto Nilo, 62, acumula hoje cerca de 400 canções escritas em ininterrupta colaboração nos últimos 34 anos com mais de 100 parceiros - como Chico Buarque, Raimundo Fagner, Moraes Moreira, Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Zeca Baleiro, Nonato Luiz, Petrúcio Maia, Sueli Costa, Zé Renato e João Donato, entre outros.

Suas canções têm sido gravadas por grandes intérpretes da música popular brasileira, a exemplo de Gal Costa, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Nana Caymmi, Ney Matogrosso, Luiz Gonzaga, Elba Ramalho, Fagner, Simone, Nara Leão, Amelinha, Zé Ramalho, Lulu Santos e Baby do Brasil, entre outros. Fausto Nilo também se notabiliza como o arquiteto que fez os projetos do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Praça do Ferreira e Ponte Metálica (Ponte dos Ingleses), entre outras obras urbanísticas de uso público localizadas em Fortaleza.

SERVIÇO:
Lançamento da caixa de CDs do cantor e compositor Fausto Nilo, contendo os álbuns Esquinas do Deserto (1997), Casa Tudo Azul (2002) e Verso e Voz ao Vivo (2004). Na próxima sexta-feira, 8, às 18h30, em happy hour na loja Desafinado (av. Dom Luís, 655 - lojas 2 e 3 - Aldeota), em Fortaleza. Preço da caixa completa: R$ 59,90. Preço do CD avulso: R$ 22,90. Informações: (85) 3224.3853.

Versão atualizada de reunião de letras é boa, mas não escapa da "chicolatria"

Folha de S. Paulo - Por Manuel da Costa Pinto

"Eu sou seresteiro, poeta e cantor", escreve Chico Buarque na canção "Noite dos Mascarados", num auto-retrato ao qual o jornalista Humberto Werneck acrescenta outros pendores: "Além de futebolista e urbanista amador, durante o exílio Chico andou se aventurando em outros terrenos da criação. Tornou-se, por exemplo, um razoável preparador de massas "al pesto" e "alla carbonara'".

Verso e comentário estão em "Tantas Palavras", reedição de "Chico Buarque: Letra e Música", publicado em 1989. A mudança de título se justifica, pois o livro traz discografia atualizada, caderno de fotografias e nova versão da "reportagem biográfica" de Werneck, que agora abrange o período mais literário da biografia de Chico, marcado pela publicação dos romances "Estorvo", "Benjamin" e "Budapeste".

A seqüência das letras começa com "Tem Mais Samba", de 1964, e termina com a música "Subúrbio". A primeira conclui com os versos "se todo mundo sambasse/ seria tã o fácil viver", uma promessa de felicidade que irá desafinando até o momento histórico flagrado pelo disco "Carioca" (2006), em que o samba e o choro se unem ao funk e ao rap suburbanos para dar voz a uma realidade com a qual não há possibilidade de reconciliação.

O texto de Werneck, entretanto, não explora esse viés interpretativo da sociedade brasileira presente na obra de Chico. Baseado em entrevistas e numa admirável capacidade de alinhavar o anedotário sobre o compositor, Werneck produziu um perfil cheio de nuances.

Isso inclui desde o namoro do jovem Chico com um movimento religioso ultra-conservador (surpreendente em alguém que viraria defensor de Fidel) até o modo casual como descobriu, numa conversa com os poetas Manuel Bandeira e Vinicius de Moraes, que seu pai, o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, tivera na Alemanha um filho ilegítimo nunca reencontrado.

DVD mostra encontro de Milton Nascimento e Lenine

Terra - Por Redação

Registro da turnê recente de Milton Nascimento, o DVD Pietá chega às lojas pela gravadora Som Livre e traz, além de clássicos do repertório do mineiro, um extra que mostra um encontro dele com Lenine. A dupla divide os vocais em Paciência, música do pernambucano.

Além dos dois artistas, participam os Meninos de Três Pontas. O show mostrado no DVD foi gravado em maio de 2005, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. No repertório há pérolas como Bola de Meia, Bola de Gude, Tristesse, Encontros e Despedidas e Maria, Maria. Ainda nos extras, Milton faz uma homenagem a Cássia Eller no medley Franciscos.

Lô lança 'BHanda', CD criado com seus músicos

Por Mauro Ferreira - Blog Notas Musicais

Parceiro de Milton Nascimento no antológico álbum duplo Clube da Esquina, editado em 1972, Lô Borges volta ao mercado fonográfico com o CD BHanda, assim intitulado por ter sido concebido e gravado em Belo Horizonte (MG) por Lô em parceria com os músicos que integram sua atual banda.

O 11º título da discografia de Lô Borges reúne 10 músicas. Cinco (Carnaval de Cor, Gira, Nossa Mágica, Trem das Coisas e Universo Paralelo) são parceria do artista com seu irmão Márcio Borges. Letrista de alguns sucessos do Skank, Chico Amaral assina os versos de Segundas Mornas Intenções e O Tempo É Esse.

E por falar em Skank, o mais novo parceiro de Samuel Rosa, o guitarrista César Maurício, é co-autor de duas faixas do álbum, Bicho de Plástico e Pode Esquecer. O último CD de Lô Borges, Um Dia e Meio, foi lançado em 2003. BHanda, a propósito, foi gravado em 2005, mas está chegando às lojas somente neste fim de ano, via Distribuidora Independente.

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