Pão e Poesia por Vera Barbosa - UOL Blog
Show Carlos Navas

Divulgação  por e-mail

EM ABRIL
"Algumas Canções da Arca..." desembarca no Rio de Janeiro!
 AGUARDEM!!!!

Parabéns, Sampa!

por Vera Barbosa
foto Dani Lima

Que bobagem falar que é nas grandes ocasiões que se conhece os amigos! Nas grandes ocasiões é que não faltam amigos. Principalmente neste Brasil de coração mole e escorrendo. E a compaixão, a piedade, a pena se confundem com amizade. Por isso tenho horror das grandes ocasiões. Prefiro as quartas-feiras. (Mário De Andrade)

A quarta-feira, 25/01, foi especialíssima para os fãs de Vânia Bastos e Arrigo Barnabé, que se reuniram na Biblioteca Mário de Andrade para comemorar os 452 anos de São Paulo. O intimista encontro teve auditório cheio e presença de Eduardo Gudin, autor de Paulista, canção que abriu e encerrou o espetáculo.

Veja todas as fotos de Dani Lima

Shows - Ilana Volcov

 

Quinta, dia 26, às 20h

O show faz parte do projeto "Samba na Cidade" e será gratuito. Ilana se apresentará ao lado do compositor Eduardo Gudin no Hall de Convivência do SESC Consolação.

Domingo, dia 29, às 18h

Entre outros convidados da noite, estão Paulo Vanzolini e Virgínia Rosa. Ilana se apresentará ao lado do Eduardo Gudin no projeto "Na cadência paulista do samba", no SESC Vila Mariana.

ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO - SHOWS

 

Na quarta-feira, 25 de janeiro, o Parque da Independência (na região do Ipiranga) oferece aos paulistanos shows gratuitos:

16  h - O mestre da MPB Paulinho da Viola
18  h - O renomado percussionista Naná Vasconcelos
20  hNo encerramento, uma mistura de teatro, música e poesia com o Cordel do Fogo Encantado

Lançamento de CD

 

Lica Cecato - FNAC Rio Barra
25/01/2006 às 19 h

* Os eventos promovidos pela Fnac Rio Barra acontecem no Fórum de Eventos Rio Barra, localizado à Av. das Américas, 4666 Loja - B 101/114 -  BARRA DA TIJUCA -  RIO DE JANEIRO
Telefone (021) 2109-2000.

Eventos divulgam e antecipam aniversário da Cidade

por Vera Barbosa


Imagem: Dança das águas - Ibirapuera
por Dani Lima: http://www.daniellalima.fot.br

Em comemoração ao aniverário de São Paulo, além da programação do dia 25, a Secretaria de Cultura apresenta, entre 20 e 24 de janeiro, uma série de espetáculos em pontos movimentados da Cidade

Dia 24,  às 20h, SHOW "CIDA MOREIRA"

Modinhas e Canções do Brasil
Canções de Villa Lobos, Jayme Ovalle, Carlos Gomes, Heckel Tavares, entre outros.

Dia 25, às 18h, SHOW ARRIGO BARNABÉ & VÂNIA BASTOS

Arrigo Barnabé - Londrinense, fez o curso de Composição e Regência da Escola de Comunicações e Artes da USP. Seu primeiro disco, Clara Crocodilo (1980) foi considerado o marco zero da vanguarda paulista. Seu segundo disco, Tubarões Voadores (1984), foi eleito um dos melhores discos do mundo pela revista francesa Jazz Hot. Compôs diversas músicas para cinema e teatro, participou de óperas, e é professor de composição.

Vânia Bastos - Participou dos dois primeiros álbuns de Arrigo Barnabé e, em 1985, seguiu carreira solo, realizando shows no Rio de Janeiro e São Paulo, e em1986 gravou seu primeiro disco. Gravou diversos discos durante a década de 90, cantando as diversas expressões da música brasileira, freqüentemente contando com a participação de artistas como Toquinho, Caetano Veloso e Francis Hime. Seu último disco foi "Vânia Bastos canta Clube da Esquina" (2003), com arranjos de Luiz Avellar.

Mais informações no site da Secretaria da Cultura 

Um passeio pelo universo de Klébi - e todo o Cosmos conspirou a favor

por Vera Barbosa em 13/01/06
fotos Dani Lima

Em noite inspiradíssima, Klébi e seu público viajam com os sucessos antigos e canções do novo disco, "Inverno do seu jardim"

A platéia intimista do Hall de Convivência do SESC Consolação - SP foi brindada com um espetáculo de fina grandeza. Violão e voz, ambiente aconchegante e o talento de Klébi Nori em noite inspiradíssima. Se você é supersticioso e acredita que sexta-feira 13 não é um bom dia para prosa e poesia, engana-se e deve rever seus conceitos. Klébi exalou energia cósmica, sensibilidade e carisma durante todo o show. Se você não foi, perdeu. Deixou de ouvir lindas canções na voz de uma grande intérprete.

São Paulo, sobretudo o público do SESC, já se rendeu ao fascínio de Klébi. Seus shows, sempre muito esperados, levam público cativo a essas casas de espetáculo. E todo mundo canta - muitas vezes, a convite dela mesma - cada frase das canções que ela gravou. Aos passantes, a sonoridade é um convite para curtir e saber mais sobre a moça cuja voz tem timbre diferenciado.

Falando ou cantando, Klébi agigantou-se no palco e abraçou cada um dos espectadores durante uma hora de apresentação. Ela é uma mistura de lirismo e pedra, mas não entendam a segunda característica como algo negativo. Não: ela é forte como uma rocha e suave como uma gaivota. Seu universo musical é tão abrangente, que pode te levar da lágrima à gargalhada e vice-versa. É tão emocionante vê-la e ouvi-la pela primeira vez quanto assistir ao mesmo show duas vezes seguidas. Era isso o que as pessoas diziam enquanto ela voltava para o bis, pois havia quem tivesse ido ao show de quinta-feira. "O show de ontem foi bom, mas o de hoje superou toda e qualquer expectativa", dizia uma fã. Ao final do espetáculo, foi possível constatar que essa opinião era unânime.

A conversa informal e gostosa (como aquela que se tem em casa, na sala de estar, com os melhores amigos) foi a tônica de todo o show. Ao contar a história de seus violões ou de canções específicas, como "Tempo em comum", que tem a participação de Roger (Ultraje a Rigor) e "Fábula de carroça", feita para um carroceiro de Sampa, Klébi levou o  público a uma viagem por sua carreira. Relembrou os hits "Ligeiro", "Calendário lunar" e "Emudecem a Paulista", do primeiro trabalho (Klébi - Dabliú Discos/1995). Do segundo disco (Ilusão das pedras - Velas/1997), cantou  "A corte" e, do CD "Escolhas" (Velas/1999), seu terceiro trabalho, entoou "A cidade de outro", também muito executada nas rádios. Falou sobre o novo disco, "Inverno do seu jardim" (DNZ Music/Atração-2004), do qual cantou a música título, além de "Virou, mexeu", "Baluarte", "Ponteiro de segundo", "Família vende tudo" e Fábula da Carroça. Destaque para a flutuante "Choro pela cidade" e um incidental de "Janelas Abertas nº 2", de Caetano Veloso . Klébi também agraciou seu público com a voz aveludada e a poesia que lhe são características nos hits internacionais "Complainte de la bute" (canção da trilha de Moulain Rouge) e "Overkill" (Man at work).

O canto de Klébi e seu poder criativo fazem dela uma das intérpretes de maior expressividade da música popular atual.

Veja todas as fotos na página de Klébi em Carinhoso, o site


Belchior e Ceumar abrem série "São Paulistas?" no Sesc Pompéia
da Folha Online

Muitos artistas migrantes encontraram em São Paulo espaço para trabalhar, acabaram ficando e adotando a paulicéia como lar para suas expressões artísticas. Inspirada nesses exemplos, o Sesc Pompéia realiza este ano a quarta edição de "São Paulistas?". A série de shows começa no próximo dia 20 de janeiro com a apresentação do cantor e compositor cearense Belchior, que contará com a participação especial da cantora e compositora mineira Ceumar.

Acompanhados por Diego Figueiredo (guitarra e violão) e Alexandre Martins (teclado), eles sobem ao palco para cantar sucessos de Belchior como "Medo de Avião", "Como Nossos Pais" e "Apenas Um Rapaz Latino Americano".

Ex-estudante de medicina, Belchior nasceu em 1946, em Sobral (Ceará). Ele iniciou a carreira ao vencer o IV Festival Universitário de 1971, no Rio de Janeiro, com a música "Na Hora do Almoço". Em 1976, Belchior lançou o álbum "Alucinação", cujas canções "Apenas um Rapaz Latino-Americano", "Como Nossos Pais" e "Velha Roupa Colorida" o tornaram um dos mais populares artistas dos anos 70. Lançado nas bancas de jornal em 2003, o trabalho mais recente de Belchior é uma reunião de arranjos que fez para 34 poesias do escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade.

A cantora Ceumar nasceu em Itanhandú (Minas Gerais) numa família ligada à música. Aos 18 anos, foi para Belo Horizonte estudar violão clássico e canto na Fundação de Educação Artística. Ela mora em São Paulo desde 95. Seu primeiro CD saiu em 2000, com produção Zeca Baleiro, que também assinou a canção Dindinha, que deu nome disco. Em seu segundo trabalho, "Sempre Viva", Ceumar estreou como produtora, arranjadora e compositora, ao lado da poeta Alice Ruiz em "Avesso" e de Chico César e Tata Fernandes em "Boca da Noite".

O projeto "São Paulistas?" também terá shows com Chico César e Carlos Careqa, Johnny Alf e Wanderléa e Vicente Barreto e Zé Geraldo.

"São Paulistas?" com Belchior e Ceumar

Onde: Sesc Pompéia (rua Clélia 93, Pompéia, SP)
Quando: 20 de janeiro (qui), às 21h
Quanto: de R$ 5 a R$ 15
Informações: 0/xx/11/3871-7700

Folha de S. Paulo

Programa Sr. Brasil, com Rolando Boldrin, um brinde à cultura brasileira

Amanhã, 10/01,  Rolando Boldrin convida Vander Lee, Edson Alves, Izzy Gordon e Antonio Pereira. Sr. Brasil vai ao ar, na TV Cultura, todas as terças-feiras, às 22h, com reapresentação aos domingos, 11h.

Sr. Brasil por Rolando Boldrin

"A base do programa Sr. Brasil são os ritmos e temas regionais brasileiros. E vale tudo já escrito em prosa, verso e música - e até história a ser contada. O programa é vasto, aberto, receptivo. Ele só não se permite o que não seja genuinamente nacional. E aí entram discussões infindáveis. Porque além do charme da metrópole, muita coisa existe para confundir a identidade brasileira, incluindo-se os interesses comerciais. Por exemplo, musica sertaneja e musica caipira.

Coisa danada pra confundir. Entenda-se por musica sertaneja de alto consumo aquela que, originária da caipira, foi se vendendo aos poucos, perdendo suas características em função do apelo comercial. Envergonhada da sua condição de matuta, botou roupa de cowboy, postura madrilena e ritmo de guarânia. Porque simples, aberto, despojado, sem rigidez de estrutura, Sr. Brasil tem uma proposta absoluta e propositadamente fechada a exemplo dos programas anteriores de Rolando Boldrin "Som Brasil", "Empório Brasil" e outros. Aqui só entram as manifestações da cultura regional brasileira.

A idéia do projeto é não ter qualquer preconceito contra intérprete ou ritmo. Os nossos materiais são os ritmos e os temas brasileiros. Se tivermos que colocar algo, vamos colocar o nosso. Pode ser até um projeto pretensioso, audacioso. Mas é a idéia. O programa não é rígido em termos de intérprete. Onde ele se fecha e na seleção musical, repertório, na sua concepção. Na prática, o seu leque é amplo, bastante abrangente. Não é só música caipira. São as manifestações regionais. Nele cabem, o Renato Teixeira, o Milton Nascimento, o Dominguinhos, o Chico Buarque, a Diana Pequeno, uma lista enorme de pessoas que fazem um trabalho ligado á cultura popular brasileira. Nem só isso. Entram causos, trechos de autores brasileiros- inclusive os clássicos -, dança, peças de teatro, documentários (de importância ecológica), curtas etc. Mais uma lista infindável, levando-se em conta a riqueza cultural e natural do Brasil, um país que por sua extensão e variedade, seria mais corretamente reconhecido como continente. Mas a idéia central é de um musical. Embora tenha, em determinados momentos esses vários temas. É um velho no interior de Minas que crava viola à mão. Mas ele também canta. Quer dizer, uma informação que se insere na proposta do programa." "Não há país no mundo igual ao Brasil. Somos a mistura mais maravilhosa da Terra." (Rolando Boldrin)

Biografia

Rolando Boldrin nasceu em São Joaquim da Barra, interior de São Paulo, em 22 de Outubro de 1936. Aos sete anos, já tocava viola e, aos 12, formando com um irmão a dupla "Boy e Formiga", fazia sucesso no rádio de sua cidade. Incentivado pelo pai, resolveu tentar a sorte na capital, onde trabalhou como sapateiro, frentista, carregador e garçom, antes de se firmar como artista.

Estreou na carreira musical nos anos de 1960, participando de um disco da cantora Lurdinha Pereira, que logo se tornou sua esposa e produtora de seus discos. Foi pioneiro na realização de programas de televisão dedicados a musica brasileira autentica, de inspiração regional, diferenciada da musica sertaneja de consumo: Som Brasil (TV Globo), Empório Brasil (TV Bandeirantes) e Empório Brasileiro (SBT).

Seu repertório de canções caipiras reúne cateretês, toadas e modas, compondo cuidadosa seleção do que há de melhor na musica brasileira de enfoque rural. Entre sua discografia destacam-se: O Cantado, 1974; Violeiro, 1982 (em dupla com Ranchinho, Cascatinha, Corumbá e outros); Empório Brasileiro, 1984; Resposta do Jeca Tatu, 1989; e Disco da moda, 1993.

Sintetizou a experiência profissional na realização de "teatros musicados", espetáculos em que seu personagem se transforma em ator, cantador, poeta, interprete e contador de "causos": Palavrão, show com a Banda de Pau e Corda (1974), Teatro de quintal (1975), Paia... assada (1987) e Brasil em preto e branco (1993 e 1994) foram consagrados pelo publico e pela critica. No radio, criou o programa Violas de Repente, apresentado na Rádio Jornal de São Paulo (1980 e 1981) e na Rádio Globo (1982). Destacou-se também no cinema, premiado pela APCA por sua participação no filme Doramundo (1978), de João Batista de Andrade.

Atualmente, Rolando Boldrin desenvolve um projeto chamado "Vamos tirar o Brasil da Gaveta", que visa resgatar os autênticos valores brasileiros e todas as suas formas de expressão. Sr. Brasil surge como um paralelo deste projeto, já que a cultura do nosso país é o tema dominante.

Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira
Acervo TV Cultura
Art Editora e PubliFolha
www.rolandoboldrin.com.br

Um ponto de encontro com a boa música

Klébi canta no Hall de Convivência do SESC Consolação

Klébi Nori apresenta o CD "Inverno do seu Jardim", com arranjos que misturam a sonoridade da MPB com elementos eletrônicos. A temática é fortemente paulistana, como exemplo a canção "Fábula da Carroça", com percussão de frigideiras, que fala sobre os carroceiros da cidade.

Dia(s) 12/01, 13/01 - Quinta e sexta, às 20h - Grátis.
SESC Consolação

Dicas de Shows Sampa

SESC

[11/01] Johnny Alf - Show de lançamento do CD autoral "Mais um Som", álbum com 15 canções inéditas gravadas pela primeira vez pelo quinteto de Johnny Alf. O músico também irá mostrar seus grandes sucessos como 'Eu e a Brisa' e 'Rapaz de Bem'. SESC Vl. Mariana

[13 e 14/01]
Pena Branca - Neste show, o cantor acompanhado do Grupo Viola de Nóis, lança o seu novo CD e faz uma retrospectiva da sua carreira. SESC Ipiranga

[24/01]
Ceumar e Zé Rodrix - Neste show, os convidados são do estado de Minas Gerais e Rio de Janeiro. SESC Ipiranga

[25/01]
Duofel, Alzira Espindola e Alice Ruiz - Neste show, os convidados são do estado de Alagoas, São Paulo, Mato Grosso e Paraná. SESC Ipiranga

[27, 28 e 29/01]
Radamés Gnattali - Cem Anos - Homenagem ao compositor e arranjador com Laércio de Freitas, Roberto Sion, Claudio Cruz, Toninho Ferragutti, Alessandro Penezzi, Monica Salmaso e Orquestra Jovem Tom Jobim. SESC Pompéia

Para mais informações, consulte o Portal SESC: http://www.sescsp.org.br

Agenda: Dicas de Shows

Rio de Janeiro

 

[04/01] (4ª feira)
- Leny Andrade & Os Cariocas - Teatro Rival às 19:30 - R$20,
 
[06/01] (6ª feira)
- Barão Vermelho - Morro da Urca às 22:00 - R$ 90,
- Miúcha - Mistura Fina às 22:00 - R$40,
- Maria Creuza - Vinicius Pianos Bar às 23:00 - R$ 35,
- Leny Andrade & Os Cariocas - Teatro Rival às 19:30 - R$20,

[07/01] (sábado)
- Miúcha - Mistura Fina às 22:00 - R$40,
- Maria Creuza - Vinicius Pianos Bar às 23:00 - R$ 35,
- Leny Andrade & Os Cariocas - Teatro Rival às 19:30 - R$20,

[08/01] (domingo)
- Maria Creuza - Vinicius Pianos Bar às 23:00 - R$ 35,

[11/01] (4ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[12/01] (5ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[13/01] (6ª feira)
- Los Hermanos - Canecão às 22:00 - R$50, a R$110,
- Miúcha - Mistura Fina às 22:00 - R$40,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[14/01] (sábado)
- Francis Hime - C.C. Estácio de Sá às 22:00 - R$40,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,
- Miúcha - Mistura Fina às 22:00 - R$40,
- Los Hermanos - Canecão às 22:00 - R$50, a R$110,

[15/01] (domingo)
- Los Hermanos - Canecão às 2o:30 - R$50, a R$110,

[18/01] (4ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[19/01] (5ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[20/01] (6ª feira)
- Ney Matogrosso - Canecão às 22:00 - R$60, a R$100,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[21/01] (sábado)
- Ney Matogrosso - Canecão às 22:00 - R$60, a R$100,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[22/01] (domingo)
- Ney Matogrosso - Canecão às 20:30 - R$60, a R$100,

[24/01] (2ª feira)
- Renata Arruda - Teatro Rival às 20:00 - R$12 e R$24,

[25/01] (4ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[26/01] (5ª feira)
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,
- Simone - Canecão às 21:30 - R$60, a R$90,

[27/01] (6ª feira)
- Simone - Canecão às 22:00 - R$60, a R$90,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,

[28/01] (sábado)
- Leny Andrade - C.C. Estácio de Sá às 22:00 - R$40,
- Ivan Lins - Teatro Rival às 19:30 - R$24, a R$40,
- Zizi Possi - Canecão às 22:00 - R$60, a R$90,

[29/01] (domingo)
- Zizi Possi - Canecão às 20:30 - R$60, a R$90,

Extraído do site Revista MPB

Luiz Melodia canta divas negras no Sesc

da Folha Online

De 20 a 22 de janeiro, o cantor e compositor carioca Luiz Melodia se apresenta no Sesc Vila Mariana ao lado de Paula Lima, Zezé Motta e Rosa Marya Colin.

Os três shows têm formato acústico e incluem canções tradicionais do repertório de Melodia, como "Fadas", "Solando no Tempo", "Farrapo Humano", "Estácio Holy Estácio", "Pérola Negra" e "Negro Gato" (famosa composição de Getúlio Cortês).

No dia 20, o cantor se apresenta com a atriz e cantora Zezé Motta; no dia 21, com Rosa Marya Colin e, no dia 22, com Paula Lima.

Luiz Melodia e convidadas
Quando: dias 20, 21 e 22 de janeiro. Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 18h
Onde: Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141, tel. 0/xx/11 5080-3000)
Quanto: R$ 10 a R$ 30

[ Travessia - ver cantos anteriores ]



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Pão e Poesia - Simone

"Um cantinho, um violão. Este amor, uma canção. Pra fazer feliz a quem se ama. Muita calma pra pensar. E ter tempo pra sonhar. Da janela, vê-se o Corcovado, o Redentor - que lindo! Quero a vida sempre assim, com você perto de mim, até o apagar da velha chama. E eu que era triste, descrente desse mundo... Ao encontrar você, eu conheci o que é felicidade, meu amor." (Corcovado - Tom Jobim)

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