Pão e Poesia por Vera Barbosa - UOL Blog

Festa Geração 80

http://www.directvmusichall.com.br

Data: 26/02/05 - sábado - Hora: 22h00

Local: Directv Music Hall

LÉO JAIME, LEONI, RITCHIE, ROGER E KID VINIL FAZEM A FESTA GERAÇÃO 80 NO DIRECTV MUSIC HALL

O show conta com a participação especial de Evandro Mesquita Algumas das maiores estrelas da geração de 80 revezam-se no palco do DirecTv Music Hall, dia 26 de fevereiro, para uma festa imperdível. O eterno adolescente Roger, do Ultraje a Rigor, invade a praia para relembrar "inútil, ainda somos inútil". Ritchie volta com sua menina veneno. Kid Vinil vem com "tique tique nervoso", Leoni derrete os corações ao som de "Só Pro Meu Prazer" e Leo Jaime traz as eternas "A Vida Não Presta, "Rock Estrela" e a "Fórmula do Amor". Ainda no repertório do grupo, Leo Jaime canta As 7 Vampiras e Nada Mudou, Kid Vinil Eu Sou Boy e Tique Tique Nervoso, Leoni canta Educação Sentimental, Garotos 2, Só pro meu prazer e Exagerado, Ritchie Mulher Invisível, A Vida Tem Dessas Coisas, Casanova e Menina Veneno, Roger Inútil e Ciúme e todos juntos Pro Dia Nascer Feliz e Geração Coca-Cola. Depois do show, o antigo VJ da MTV, Kid Vinil, faz mais de duas horas de discotecagem dos anos 80 para aumentar o clima de danceteria new-wave. A Festa Geração 80 já passou várias vezes pelo Rio, Acre e Fortaleza, tendo variações como Kiko Zambianchi, Philipe Seabra e sempre foi um sucesso. O objetivo é matar a saudade de uma geração e mostrar para os mais jovens um grande espetáculo. (Texto Directv Music Hall)

Duração espetáculo: aproximadamente 1h30

Censura: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos

14 e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais)

16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)

Capacidade: 3100 lugares

Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo
 
Ingressos a partir de R$ 50,00

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Cai dentro

Paulo César Francisco Pinheiro: mais de 1.300 letras, com mais de 700 gravadas ate 1997.

Nasceu no Rio de Janeiro RJ em 28 de Abril de 1949. Letrista de centenas de canções da MPB, começou escrevendo versos da juventude e, nos anos 60, fez as primeiras letras para músicas de João de Aquino. Em 1968, sua música "Lapinha", em parceria com Baden Powell, venceu a I Bienal do Samba da TV Record. Participou de outros festivais e compôs trilhas para teatro, cinema e televisão. Na década de 70 gravou o disco "O Importante É que Nossa Emoção Sobreviva" com a cantora Márcia e Eduardo Gudin, derivado do show de mesmo nome. Publicou livros de poemas e lançou cd's com as músicas letradas por ele: "João Nogueira e Paulo César Pinheiro" (1994) e "Tudo o que Mais Nos Uniu: Eduardo Gudin, Márcia e Paulo César Pinheiro" (1996). Entre suas parcerias mais famosas estão "Matita Perê" (com Tom Jobim), "Saudades da Guanabara" (com Aldir Blanc e Moacir Luz), "A Grande Ausente" (com Francis Hime), "E Lá Se Vão Meus Anéis", "Maior É Deus" (ambas com Eduardo Gudin), "Aviso aos Navegantes", "É de Lei", "Refém da Solidão", "Cai Dentro", "Falei e Disse", "Lapinha", "Diálogo" (todas com Baden Powell), "A Velhice da Porta-bandeira", "Sagarana", "Viagem" (com João de Aquino), "Agora É Portela 74", "Pesadelo" (com Maurício Tapajós), "Cicatrizes" (com Miltinho), "Menino Deus" (com Mauro Duarte), "Vento Bravo" (com Edu Lobo) e "Bolero de Satã" (com Guinga).

Texto (editado) do site Clique Music

Discos

É carnaval, é folia!

Samba, suor e cerveja

E sexo com camisinha!

Previna-se e divirta-se!

Hoje o samba saiu procurando você

 

 Você era a mais bonita das cabrochas dessa ala
Você era a favorita onde eu era mestre-sala
Hoje a gente nem se fala, mas a festa continua
Suas noites são de gala, nosso samba ainda é na rua

Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais esquece não pode reconhecer

Quando o samba começava, você era a mais brilhante
E, se a gente se cansava, você só seguia adiante
Hoje a gente anda distante do calor do seu gingado
Você só dá chá dançante onde eu não sou convidado

Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais esquece não pode reconhecer

O meu samba se marcava na cadência dos seus passos
O meu sonho se embalava no carinho dos seus braços
Hoje, de teimoso, eu passo bem em frente ao seu portão
Pra lembrar que sobra espaço no barraco e no cordão

Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais esquece não pode reconhecer

Todo ano eu lhe fazia uma cabrocha de alta classe
De dourado eu lhe vestia pra que o povo admirasse
Eu não sei bem com certeza por que foi que um belo dia
Quem brincava de princesa acostumou na fantasia

Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais esquece não pode reconhecer

Hoje eu vou sambar na pista, você vai de galeria
Quero que você me assista na mais fina companhia
Se você sentir saudade, por favor, não dê na vista
Bate palma com vontade, faz de conta que é turista

Hoje o samba saiu procurando você
Quem te viu, quem te vê
Quem não a conhece não pode mais ver pra crer
Quem jamais esquece não pode reconhecer

 Quem te viu, quem te vê
Chico Buarque


Maru Olivares
Título: Baile de mascaras

Música na Praça - Cultura e lazer

Todos os sábados, na Praça Benedito Calixto, das 14h30 às 18h30, você tem oportunidade de ouvir o tradicional chorinho da praça, comandado por Canário e seu Regional.

A Feira da Praça, que existe desde 1987, é hoje um ponto de referência intelectual, cultural e já faz parte da calendário turístico e de lazer de São Paulo. O evento, que se realiza todos os sábados, das 9 h às 19 horas, conta com a participação de 320 expositores, com artesanato variado, obras de arte e antigüidades, além da praça de alimentação. A Feira é delimitada pelas ruas Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio. A avenida Henrique Schaumann e a rua João Moura são as vias paralelas entre as quais fica a Praça, em frente à Igreja do Calvário.

Praça Benedito Calixto: Feira de artes, cultura e lazer


Quadro " Chorinho" de Cândido Portinari

Choro

O choro pode ser considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira. O nome Choro veio do caráter plangente e choroso da música que os pequenos conjuntos faziam. A composição instrumental dos primeiros grupos de chorões girava em torno de um trio formado por flauta, instrumento que fazia os solos; violão, que fazia o acompanhamento como se fosse um contrabaixo; e cavaquinho, que fazia o acompanhamento mais harmônico, com acordes e variações. Esse tipo de música também era conhecida na época como pau-e-corda, porque as flautas usadas naquele tempo eram feitas de ébano. O choro foi o recurso que o músico popular utilizou para tocar, do seu jeito, a música importada que era consumida, a partir da metade século 19, nos salões e bailes da alta sociedade. A música que os chorões tocavam, porém, logo se distinguiu em muito daquelas tocadas no nobres salões cariocas.

O choro é marcado pelo ardil de seus participantes para derrubar aquele que esteja se saindo mais buliçoso, mais irrequieto que os outros. O choro é uma música feita de arquétipos que exigem do músico muito domínio de seu instrumento e uma apurada percepção de códigos e senhas que se encaixam em gigantescos improvisos. O nascimento do choro e dessa sua fórmula de improvisação é 50 anos anterior ao jazz, no entanto, se constrói da mesma forma que a música negra norte-americana, ou seja, é feito como se fosse um jogo criativo executado com muita habilidade e genialidade.

Os primeiros músicos improvisadores encontravam-se completamente ao acaso e não tinham nenhuma regra para o número de figurantes ou para o tipo de composição instrumental. Por causa desta informalidade o choro é hoje feito com a participação de vários tipos de instrumentos. O que determinava a maneira como cada instrumento iria participar na música se dava em função da destreza do músico que o tocava, ou seja, não importava se fosse uma cavaquinista ou trombonista quem estava solando na música, o que importava era se ele era suficientemente hábil para fazer os solos. Isso fez com que o bom músico de choro tivesse como condição básica ser também um bom improvisador. No século seguinte, essa música criada por instrumentistas populares cariocas que eram em sua maioria mestiços em processo de ascenção social, revelou, entre outros, grandes artistas como Sátiro Bilhar, Dino e João Pernambuco (três excelentes violonistas); Lula Cavaquinho e Nelson Alves (cavaquinho); Patápio, Pixinguinha e Altamiro Carrilho (mestres da flauta) e Jacó do Bandolim.

Hoje, músicos, entre outros, como Paulinho da Viola, Paulo Moura, Isaías, Hamilton de Holanda, Hélio Delmiro, Turíbio Santos e também os conjuntos Época de Ouro, Água da Moringa, Trio Madeira Brasil, Premeditando o Breque, Galo Preto e muitos outros, mantêm em atividade essa manifestação instrumental popular que os grandes centros urbanos do Brasil produziram e produzem.

Texto editado de Renato Roschel

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Pão e Poesia - Simone

"Um cantinho, um violão. Este amor, uma canção. Pra fazer feliz a quem se ama. Muita calma pra pensar. E ter tempo pra sonhar. Da janela, vê-se o Corcovado, o Redentor - que lindo! Quero a vida sempre assim, com você perto de mim, até o apagar da velha chama. E eu que era triste, descrente desse mundo... Ao encontrar você, eu conheci o que é felicidade, meu amor." (Corcovado - Tom Jobim)

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Ariana, 43 anos, jornalista. Música é o que mais me alimenta a alma. Esse espaço é destinado a quem prestigia a Música Popular Brasileira. O objetivo é difundir o que temos de melhor, fazer amigos, ampliar o repertório e estimular o conhecimento.
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